quinta-feira, 30 de abril de 2009

Kelly McGillis do filme Top Gun, disse que gosta mesmo é de "colar o velcro"


A atriz Kelly McGillis, 51, conhecida por interpretar o par romântico de Tom Cruise no filme "Top Gun - Ases Indomáveis" (1986), revelou em uma entrevista ao site SheWired.com que é lésbica. McGillis, que é solteira, foi questionada se estava procurando por um homem ou uma mulher. "Definitivamente, uma mulher", disse a atriz. "Estou cansada dos homens. Já fiz isso. Preciso seguir em frente", acrescentou. "Faz parte de ser verdadeira consigo mesma. Isso tem sido um desafio para mim." Ela contou que demorou um tempo para aceitar quem ela é e que achava que Deus a punia por ser gay. McGillis, que também trabalhou em "Os Acusados" (1988) com Jodie Foster, se casou e divorciou duas vezes. Ela tem duas filhas, Kelsey, 19, e Sonora, 16, da sua união com o milionário Fred Tillian, de quem se separou em 2002. Aliás, uma curiosidade. Em 1982, dois homens invadiram a casa de Kelly e a violentaram sexualmente. A traumática experiência inspirou a atriz a aceitar o papel de uma advogada no filme "Acusados". Outra curiosidade, é que de acordo com o livro Sing Out, Kelly McGillis e Madonna estiveram envolvidas em um relacionamento bissexual por um tempo. Ooooo que desperdício, meu Deus!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Desenho animado do Chaves estréia amanhã no México


O desenho Chaves Animado, inspirado no programa Chaves, criado por Roberto Gómez Bolaños, estréia sua terceira temporada amanhã, no México. Ao contrário dos rumores, Chiquinha não estará presente nesta temporada mais uma vez. A atriz que a interpreta, Maria Antonieta de lãs Nieves, ganhou os direitos da personagem depois de uma briga judicial com Bolaños e não a cedeu para a série. Os dois mal se falam, apesar de já terem feito as pazes. O Canal 5 exibirá a terceira temporada todas às quintas-feiras, às 14h30. O SBT, que exibe a série animada no País, deve estrear os novos episódios no segundo semestre. Que pena que a Chiquinha está de mal do Chaves!

Scarlett Johansson tem os seios mais pomposos de Hollywood


A atriz Scarlett Johansson, 24, liderou o ranking dos seios mais bonitos de Hollywood, divulgada pelo programa "Access Hollywood". No ano passado, a protagonista de "Encontros e Desencontros" disse que "nunca faria nenhuma cirurgia nos seios. Sempre recebo elogios, mas preciso agradecer aos meus pais". Johansson ficou na frente da mexicana Salma Hayek, 42, que realizou recentemente uma segunda cerimônia de casamento em Veneza, na Itália. Os seios de Hayek foram objeto de inveja da atriz Megan Fox, 23, considerada uma das mulheres mais sexy do mundo. Em terceiro, aparece a atriz Halle Berry, 42, seguida pela cantora Jessica Simpson, 28, e a atriz Jennifer Love Hewitt, 30. Eeee lelê! Que tamanho de leiteriaaaa!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Ronaldo ainda vai voltar a Seleção. Ele e mais 10!

Adriano "O Imperador" está passando rodo geral


Mulher Caviar - Eliza Pereira


Mulher Moranguinho - Ellen Cardoso


Personal Trainner - Joana Machado


Panicat - Dani Bolina

Ricardo Noblat pode estar recebendo mais de 40 mil reais do Senado, por um programa de rádio


Lendo o blog de Magaly Prado hoje fiquei realmente estarrecido com a revelação, que eu não sabia, de que o jornalista Ricardo Noblat recebe R$ 40.320,00 por ano do Senado Federal para produzir um programa radiofônico. Aliás, isso teve grande repercussão no site Observatório da Imprensa www.observatoriodaimprensa.com.br Por outro lado, o tema foi praticamente ignorado pela grande imprensa: mereceu apenas duas discretas notas na Folha de S.Paulo e no Correio Braziliense. O próprio Noblat não achou necessário postar as notas dos jornais em seu blog. O intenso debate travado no "território sem lei", título da reportagem do site, no blogosfera, gerou mais de 200 comentários neste Observatório. Gente pedindo até explicação. Como Magaly disse e eu concordo, falou-se muito, e de forma apaixonada, sobre valores de contrato, pagamento de impostos, relação de jornalistas com órgãos públicos e até sobre doação financeira ao Senado. Em meio a essas questões secundárias, é preciso manter o caso no ponto central: o leitor tem o direito de saber.

O próprio jornalista Ricardo Noblat, fez um texto dizendo:
"A Folha de S.Paulo e o Correio Braziliense publicaram matérias de 10 a 12 linhas no último fim de semana sobre um contrato que firmei em setembro último com a Rádio Senado FM para a produção de um programa semanal chamado Jazz & Tal. Ele vai ao ar aos domingos às 20h com reprise às terças-feiras, às 23h.
Pensei que haviam encontrado alguma irregularidade no contrato – não encontraram porque não há. Imaginei então que abordariam algum possível conflito de interesses. Cubro política em Brasília desde 1982. Tenho um blog que fala de política. E escrevo uma coluna em O Globo às segundas-feiras sobre política. As duas matérias não apontaram o conflito. Registraram apenas que não vejo conflito. E de fato não vejo. Quem me lê sabe quanto sou duro quando escrevo sobre os políticos em geral e alguns em particular. Na semana passada, em O Globo e também no blog, disse que o Congresso havia se transformado em um reduto de velhacos. Talvez eu tenha pesado a mão. Respondo a processo movido pelo senador Renan Calheiros (PMDB-AL) devido ao que escrevi a respeito dele por ocasião do escândalo que por pouco não lhe custou o mandato. Também estou sendo processado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) que não gostou de referências recentes que fiz ao seu nome. Gosto de música, tenho uma coleção de mais de oito mil CDs e meu sonho de consumo era fazer um programa de rádio. Consegui realizá-lo na Senado FM. Entre março de 1999 e agosto de 2008, paguei do meu bolso todos os custos do programa. Foram 493 programas ao custo mensal de R$ 1.200,00. Devo ser o único brasileiro que até hoje doou dinheiro ao Senado – R$ 135.600,00 (113 meses x R$ 1.200,00). Fi-lo porque qui-lo. Na época, era medíocre a qualidade de produção da rádio Senado. Não gostei do locutor nem do redator. Procurei uma produtora em Brasília – a Linha Direta. Ela cuida do programa. Gosto das coisas bem feitas e topo pagar por elas. Em setembro último, sugeri à direção do Senado que a rádio arcasse com os custos do programa pagando diretamente à produtora. Do contrário eu o suspenderia. Disseram-me que não seria possível. Que o possível seria me pagar como pessoa física para que eu pagasse à produtora. E assim foi. O valor mensal do contrato é de R$ 3.360,00. Descontados os impostos pela própria rádio (R$ 560,00 de INSS e mais R$ 560,00 de IR), e abatido o que hoje pago à produtora (R$ 1.750,00), resta-me por mês a fortuna de R$ 490,00. Pelo menos era o que eu pensava até há pouco. Alertado por minha mulher, descobri que ainda pago mais um imposto – o ISS. Se minha remuneração fosse de R$ 490,00 mensais, precisaria manter o programa pelos próximos 23 anos para só assim recuperar os R$ 135.600,00 que gastei com ele. Vou completar 60 anos. Não sei se ainda viverei por tanto tempo. Sei que o programa sairá do ar em setembro próximo tão logo o contrato termine. Esta semana ele fará 10 anos. Pedi à direção do Senado que republicasse o contrato em seu site. Porque ele aparece ali em nome de Ricardo José Delgado. E meu nome é Ricardo José Delgado Noblat. Somente minha mãe me chamava de Ricardo José. E de Delgado nunca ninguém me chamou. Nada tenho a ver com a supressão do "Noblat". Assinei o contrato com meu nome completo. Quem escuta a Senado FM ou se interessa por jazz em Brasília sabe que tenho um programa. Quem acessa meu blog encontra ali uma estação de rádio chamada Jazz & Tal. Os leitores do blog tomaram conhecimento do contrato. Discuti o assunto com um jornalista da rádio Senado que o tratou como se fosse um novo escândalo. O argumento da Folha para publicar a notícia, segundo ouvi de alguns colegas de lá, era o de que o jornal não queria ser acusado de me proteger. Mas me proteger de quê? O Correio dispensa pretexto quando enxerga uma oportunidade de me atingir. Tem a ver com desafetos que angariei na empresa quando o dirigi de 1994 a 2002. Em blogs alinhados com o governo Lula ou que atacam o que chamam de "mídia golpista", estou sendo apresentado como o novo mensaleiro da praça. Foi deflagrada uma campanha em parte da blogosfera com a intenção de me desqualificar. Jornalistas empregados do Senado estão furiosos porque mais de uma vez já disse que há jornalistas em excesso por lá. Corre muito sangue na blogosfera. Destroem-se muitas reputações levianamente. É um território sem lei. Confesso que às vezes penso em abandoná-lo. Talvez o faça daqui a mais cinco anos."


Apesar das explicações do jornalista Ricardo Noblat, muitos de seus ouvintes e leitores do seu blog, ficaram com a "pulga atrás da orelha" e disseram que não prefeririam ver o nome do jornalista envolvido em vínculo financeiro com o Senado. Outros disseram que não deixarão de ler suas notas no blog, mas ficarão com o "pé atrás" em relação a notícias ou comentários seus sobre o Senado. Ricardo Noblat nasceu em Recife em 1949. É um jornalista brasileiro, formado pela Universidade Católica de Pernambuco. Atualmente, mantém um blog sobre política no portal do jornal O Globo. Foi editor-chefe do Correio Braziliense e da sucursal do Jornal do Brasil, em Brasília. Trabalhou como repórter do jornais Diário de Pernambuco, Jornal do Commercio e das sucursais do Jornal do Brasil e da revista Veja em Recife. Noblat também foi chefe de redação da sucursal da revista Manchete. Chefiou a sucursal da revista Veja durante dois anos, em Salvador. Depois foi editor-assistente da mesma revista em São Paulo. Em Brasília desde 1982, foi editor regional da sucursal do Jornal do Brasil. Trabalhou novamente como repórter da sucursal de O Globo, em 1989, de onde foi chefiar a sucursal da revista IstoÉ. Assumiu em 1994 a direção de redação do jornal Correio Braziliense, permanecendo no cargo até novembro de 2002. Em março de 2004 criou o Blog do Noblat, hospedado no site do jornal O Globo. Hoje, ele escreve às segundas-feiras para o jornal O Globo. Ricardo Noblat também é autor dos livros A Arte de Fazer um Jornal Diário, O Que É Ser Jornalista e Céu dos Favoritos.

Integrantes do PussyCatDolls trocam farpas durante show nos EUA


Melody Thornthon, uma das integrantes do grupo pop Pussycat Dolls, criticou a colega Nicole Scherzinger durante um show no Arizona, Estados Unidos, na noite da última sexta-feira. De acordo com o tabloide inglês "The Sun", Nicole, que já lançou um disco solo, deixou a relação entre o grupo tensa quando exigiu que as duas últimas músicas de trabalho fossem lançadas como "Pussycat Dolls com participação especial de Nicole Scherzinger". A mudança no nome chateou as outras integrantes do grupo e fez com que Melody, durante o show, dissesse aos fãs: "Obrigado por me apoiarem apesar de eu não ser uma participação especial", enquanto trocou olhares com Nicole. A cantora continuou: "Não deixe que ninguém estrague com seus sonhos". De acordo com a reportagem, o show continuou sem muita empolgação e, assim que a última música terminou, as integrantes saíram do palco parecendo furiosas. Há boatos de que Nicole irá deixar o grupo para seguir em uma carreira solo. De acordo com a reportagem do "The Sun", a cantora só espera o fim da turnê que promove o álbum "Doll Domination" para anunciar sua saída. Apesar dos rumores, a gravadora do grupo, Interscope, se nega a comentar o assunto.

Zé Luíz da 89 FM A Rádio Rock = super entrevista


Caraca! Batemos um superpapo com o Zé Luis, eterno ícone da 89 FM A Rádio Rock, mas que recentemente trabalhou com o Galebe no ShopTour e que hoje em dia é o garoto propaganda das Casas Bahia. Nesta entrevista ele conta a sua história no rádio, como tudo terminou na 89 e também a sua aproximação com a TV. Vale a pena conferir agora.

Onde tudo começou para você no mundo do rádio?
Na faculdade. Fiz jornalismo e na faculdade montamos uma rádio.

Você fazia o que antes da profissão?
Teatro. Eu era ator. Levei as duas profissões juntas durante um tempo.

Quais foram os seus inspiradores profissionais no começo?
Na verdade, nunca tive ídolos, apenas alguns profissionais que eu gosto.

Quanto tempo de profissão já? Você é de Ribeirão Preto?
Não, sou de São Paulo mesmo. Morei em Campinas e fiz faculdade lá. Comecei em 1984, voltei pra São Paulo em 88 e entrei na 89 FM.

Você era uma das vozes marcas registradas da 89. Eu sei que esse assunto incomoda você muito, mas queria que você nos contasse o que realmente aconteceu para o sonho 89, ter acabado como acabou. Parece que você foi um dos últimos a abandonar o barco.
Na verdade, eu e a Luka apagamos a luz. (risos) A rádio decidiu mudar o perfil de audiência e investir em um público mais novo. Na verdade não foi nada de mais, só uma mudança de perfil e realmente, como minha voz era marcante, não tinha porque eu continuar nesse novo formato. O desagradável foi que fui demitido por email mas, depois a direção pediu desculpas ,etc, etc. Mas valeu! Enquanto eu estive lá, a rádio me deu muito prazer e sempre cumpriu tuuuuudo que foi acordado.

O bacana foi a despedida escrita que você deixou no seu perfil em um site de relacionamentos. Aquilo foi meio que um desabafo ou uma consideração para com os ouvintes?
Uma satisfação aos ouvintes que iriam sintonizar a 89 no dia seguinte e não ouvir o programa. A despedida saiu originalmente no site O Fuxico e depois eu coloquei no Orkut.

Quanto tempo ficou na 89 e quais as maiores lembranças ou alegrias que você tem da emissora?
Entrei em 1988. Putz!!!! Na verdade saí por dois anos, depois voltei, saí por mais um ano e depois voltei de novo. (risos) Mas foi uma longa história, vivi coisas muito legais, desde uma fase mais alternativa, até uma fase mais comercial. Conheci zilhões de pessoas, convivi com a história do rock mundial, vi shows memoráveis, momentos dramáticos, enfim foi uma puuuuta fase legal da minha vida.

Bateu uma certa depressão quando você viu que tudo aquilo que você fazia parte, tinha mesmo acabado?
Claro, uma tristeza grande, mas eu sempre acho que a vida muda pra melhor.

Nos primeiros dias, como você superou aquele momento em que se olha no relógio e diz: "Putz, essa era hora exata que eu tinha que estar no ar."
Olha, não teve isso não, mas até hoje alguém me pergunta o que aconteceu na 89. (risos)

Nos seus projetos paralelos, você incluiu a televisão, mesmo quando estava na 89. Era repórter do programa Charme - com Adriane Galisteu e agora, depois do acontecido, se tornou garoto-propaganda do maior anunciante de mídia eletrônica do Brasil, que é as Casas Bahia. Conte pra gente como surgiu o convite para ambos trabalhos.
No caso da Adriane, foi convite da própria. Já as Casas Bahia, foi um misto de convite e testes. Fiz um teste e fui aprovado e depois convidado, o que eu adorei, porque amooo fazer o que faço.

Pode-se dizer então, que a sua nova onda agora é a TV mesmo? Rádio não mais? Digo isso pelo fato de boa parte dos profissionais do rádio estarem aos poucos migrando para a televisão.
Não digo nunca, eu faço as coisas a medida em que elas aparecem.

Qual a sua relação com o teatro. Você parece gostar muito, não é?
Gosto muito, trampei por 10 anos como ator e só parei porque, de tudo que eu fiz, é a carreira mais sofrida e de sofrimento, o único que tenho, é o de ser corintiano.

Você acha que as grandes cidades - a maioria capitais - ainda são a coqueluche do rádio para se ter sucesso profissional?
Bem, é muito difícil conseguir algo, ligado a arte, fora dos grandes centros.

O que ainda te impressiona positiva e negativamente no rádio hoje em dia?
Na verdade, as rádios estão muito iguais e não tenho escutado nada que me impressione.

Gostaria que suas filhas seguissem a mesma carreira?
Elas é que sabem, uma está começando a ir para o lado artístico, então vamos ver!

Qual a sua opinião sobre as novas tendências que estão aí, bem dizendo. Web Radio e Rádio Digital.
Acho que é um caminho para algo bem legal, mas até agora, tudo que vi, é mais do mesmo.

Algo que conquistou, está conquistando e gostaria de conquistar num futuro próximo.
A felicidade plena.

O que diria sobre a profissão, para os mais novos na carreira?
Paixão... tem que ter paixão, senão você não aguenta os momentos ruins que virão, até atingir os bons.

Sua fórmula para uma grande rádio ter $uce$$o.
(risos)... quem sou eu??? Se soubesse estaria rico!!!!!!!!!!!

Então Zé, é isso! Agradeço esse superpapo de coração e peço que você deixe suas considerações finais; também aos eternos orfãos seus da 89, que queriam demais uma entrevista sua por aqui.
Bom, quero deixar um beijo graaaaande a todos. Saibam que recebo e leio tuuuuuudo que vocês colocam no Orkut e adoooooooro quando alguns falam comigo nas ruas. Quem sabe, um dia, eu faça algo que, de novo, fale diretamente à vocês. Um beijo seeeeeeeeempre com carinho. Zé Luiz lhes diz ... tchau, tchau, tchau!

Bate-Bola

Eu sou: Zé Luiz

Mas poderia ser: Luiz Zé

89 FM A rádio Rock: Du caraio

Apelido:

Rádio ou TV: Os dois

Vinyl, cartucheira ou enter: Vinyl, ás vezes, enter seeeempre, cartucheira nunca (risos)

Time do coração: Timão EEEOOO

Amor: Pelas pessoas

Música especial: Creep - Radiohead

Um arrependimento: Não ter morado um tempo fora do Brasil

Uma grande vitória: Minhas filhas

Uma grande derrota: Putz, aquela última no brasileirão que rebaixou o timão (hehehehe)

Um sonho: Da padoca

Sou grato ao: Ar q eu respiro

Mais amigos ou colegas: Amigos, na hora de amigos e colegas na hora de colegas

Esporte: Futebol e video game

Zé Luíz by Zé Luíz: Como diria o Cazuza: Só um cara!

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Menina de Araxá/MG, Mariana Rios, arrebata coração de vocal do NX Zero


Assessoria de imprensa confirmou para a revista CAPRICHO o namoro do cantor Di Ferrero com a estrela de Malhação, Mariana Rios, a Yasmin Fontes do seriado, mas a dupla ainda prefere não falar sobre o romance. O clima entre os dois já começou a ser notado pelos fãs do NX Zero quando o vocalista da banda, Di Ferrero, foi visto trocando olhares com a atriz, durante uma participação no programa do Faustão. Durante o comercial, algumas pessoas na plateia fizeram fotos do casal de mãos dadas e trocando carinhos. No Orkut, os comentários começaram a pipocar logo em seguida. Os fãs da dupla já davam como certo o namoro entre os dois. Mariana Rios nasceu em Araxá no dia 5 de julho de 1985, e anos depois, se mudou aqui para Uberaba, onde passou a fazer shows com bandas em barzinhos. Começou a cantar aos sete anos. Mariana foi capa da revista Capricho, por duas vezes e foi também vocalista da banda Lois Lane entre abril e outubro de 2007. Me lembro que a conheci no meio da década, quando ainda trabalhava na Nova FM e ela tinha ido lá pra gravar um spot pblicitário. Ainda era muito menininha digamos. Acho que ela chegou a cantar em quase todas as casas e barzinhos do pedaço por aqui. Depois se mudou para o Rio e está se dando bem na TV. Enfim, boa fase profissional e agora sentimental. Boa sorte Marianaaaa! Que você segure a onda de ter um namorado tão conhecido.

Revista de Nana Gouveia chegou hoje as bancas


Nana Gouvêa aparece em uma foto ousada na capa da primeira edição especial da revista Playboy deste ano. Para deixar os marmanjos de queixo caído, a modelo foi clicada toda nua, apenas escondendo os mamilos com os cabelos. Nana já tem nove ensaios sensuais no currículo, mas considera este último especial. A modelo foi fotografada pela norte-americana Autumn Sonnichsen, conhecida por fazer imagens em estilo de flagras eróticos. Tanto que, em uma das partes mais polêmicas do ensaio, Autumn aparece com as pernas e as mãos em "interação" com o corpo de Nana. Em clima de "aventura erótica urbana", Nana Gouvêa foi clicada no Copan, nas praças Franklin Roosevelt e República, e no Bar do Estadão, em São Paulo. Todos redutos de quando eu era criança. Que saudade! Aproveite e conheça o site dela, que já tem 2 anos. www.nanagouveia.com.br A revista chegou às bancas hoje. E lelê!

Como se previa, Susan Boyle tirou mesmo a sombrancelha


A revelação do reality show inglês Britain's Got Talent, Susan Boyle, mudou o visual para a segunda apresentação no programa. A escocesa pintou os cabelos grisalhos num tom de marrom, e segundo o tablóide The Sun, a transformação custou cerca de R$ 113 e durou uma hora e meia. Um dia antes, a caloura já tinha visitado uma esteticista para tirar a sobrancelha que estava do tamanho de uma taturana no rosto, o que custou pouco mais de R$ 16. Susan tentou esconder o novo visual com um xale ao sair do cabeleireiro. É com esse novo estilo que ela deve cantar Brown Eyed Girl, hit dos anos 60 de Van Morrison, na próxima vez que estiver no palco do programa. No entanto, as informações que vêm da emissora que exibe o reality são que a mudança de visual de Susan não foi bem recebida pelos produtores. Eles acham que não seria correto pintar o cabelo dela e de repente criar uma Susan fashion. As pessoas se apaixonaram pela Susan com ela era e eles não querem mudá-la. A atriz Amanda Holden, que se senta ao lado Simon Cowell no júri do Britain's Got Talent, disse que não deixará que Susan passe por uma transformação. Ah, mas ela ficou bem mais bonitinha de sombrancelha feita e o cabelo feito. Acho até que isso fez e fará evoluir sua auto estima. Deixe a Susan do jeito que ela quiser ficar, uai! Infelizmente a "indústria" quer fabricar todo mundo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Adriana Lima é a sexta mais sexy, segundo a FHM


A modelo baiana Adriana Lima está na lista das 10 mulheres mais sexy do mundo, segundo uma pesquisa realizada entre os leitores da revista FHM. A top ocupa a sexta colocação do ranking, que contou com 10 milhões de votos. A publicação chama Adriana de "perfeita" e diz que o governo brasileiro usa a imagem dela para fazer com que os brasileiros "não se importem com coisas do gênero Cidade de Deus", em referência ao filme dirigido por Fernando Meirelles. A revista fala ainda sobre a opção da modelo de se manter virgem mesmo com 28 anos até o casamento no Dia dos Namorados de 2008.
A número 1 da pesquisa este ano foi a cantora Cheryl Cole, do grupo britânico Girls Aloud. Ela desbancou a mais sexy do ano passado, a atriz Megan Fox, a morena do filme Transformers. Em terceiro lugar, aparece a atriz Jessica Alba, que recentemente se tornou mãe, mas não perdeu o sex appeal. Surpresa no ranking, a cantora Britney Spears figura na quarta posição. Ela perdeu os quilos a mais e deu a volta por cima com a turnê Circus este ano. Confira a lista completa:

1 - Cheryl Cole

2 - Megan Fox

3 - Jessica Alba

4 - Britney Spears

5 - Keeley Hazell

6 - Adriana Lima

7 - Elisha Cuthbert

8 - Kristin Kreuk

9 - Anna Friel

10 - Freida Pinto

Filme com Tartarugas Ninja pode sair do forno em breve


O grupo Mirage, proprietário dos direitos sobre a franquia das Tartarugas Ninja, está preparando um novo filme sobre as aventuras de Leonardo, Michelangelo, Donatello e Rafael, informa o site da revista especializada em entretenimento "Variety". De acordo com a reportagem, o filme, que deve ser lançado em 2011, mostrará a origem dos personagens e será o quinto longa sobre a trupe. Scott Mednick, da Legendary Pictures, é o responsável pela produção do novo filme juntamente com Galen Walker, que produziu em 2007 a animação "As Tartarugas Ninja - O Retorno", o mais recente filme sobre os personagens. Ao contrário do último filme da saga, o longa previsto para 2011 não será uma animação. As Tartarugas Ninja surgiram em maio de 1984 em uma história em quadrinhos, antes de se transformarem em uma lucrativa linha de brinquedos, desenhos animados e três filmes, lançados no início dos anos 90. A partir de 2003, os personagens foram apresentadas para uma nova geração por meio de uma série de TV e do filme "As Tartarugas Ninja - O Retorno".

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Governo brasileiro quer que você troque sua geladeira velha por uma nova


O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, afirmou hoje que o programa do governo para estimular a troca de geladeiras antigas e poluentes por eletrodomésticos novos deve entrar em vigor em no máximo três meses. A idéia do governo é garantir redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para facilitar a troca e, por meio de uma parceria com fabricantes, produzir um modelo de cerca de R$ 500. Pelos estudos do governo, existe a possibilidade de os detalhes finais da proposta poderem ser concluídos em um período que varia de 15 dias a um mês. Outros setores do governo avaliam que a melhor hora para anunciar as medidas de estímulo seria quando acabasse a vigência, anunciada na última semana, da atual redução de IPI para eletrodomésticos da linha branca. Com isso, o prazo de início do programa seria de cerca de três meses. A logística para as trocas de geladeiras incluirá o compromisso dos revendedores de recolher os aparelhos velhos, com mais de dez anos de uso, e os vender para empresas que retiram os gases poluentes e essas, por sua vez, repassam a carcaça para usinas de reaproveitamento. O governo arcará com os custos do transporte que as empresas terão para recolher as geladeiras velhas. A estimativa é que sejam necessários R$ 100 milhões por ano, sendo que as metas de retirada dos velhos eletrodomésticos prevêem um milhão de unidades no primeiro ano do projeto e dois milhões no segundo ano. Boa idéia pra minha mãe trocar aquela geladeira velha, lá de casa!

FStream: Ouça a Sete Colinas FM através do seu IPhone



Além das emissoras que possuem seus próprios aplicativos de áudio para a execução de suas programações para usuários de IPhone e ITouch via tecnologia Wi-Fi e 3G, também é possível acompanhar a programação ao vivo de qualquer emissora que disponibilize seu áudio via internet. Para isso basta realizar o donwload do FStream. O FStream é um aplicativo que está disponível na Apple Store, assim como os demais arquivos. Através dele é possível qualquer emissora desde que ela esteja transmitindo via Windows Media Player (Wma), formato MP3 ou AAC Plus. O único porém é que o usuário precisa saber o endereço do servidor de áudio da rádio para incluir a emissora em seus favoritos.
Exemplo: Se você deseja incluir a Sete Colinas FM - Uberaba/MG (emissora de programação jovem) basta incluir nos seus favoritos do FStream o endereço de áudio “mms://streamer-br1.apkomp.com.br:8080/setecolinas”. Esse é a url direta do servidor, sem máscaras como “nomedaradio.asx”. O processo é incomodo e pode ser evitado baixando diretamente os aplicativos de cada emissora. Neles é possível interagir com a rádio, conferir sua grade e também sua marca, além de ter o acesso ao áudio da emissora de forma mais rápida e eficiente. Para incluir a sua rádio nesse sistema entre em contato com a Aliás Móbile (www.aliasmobile.com.br) e com a UPX (www.upx.com.br). Vale a pena conferir!

terça-feira, 21 de abril de 2009

Rodrigo Tubaraum e a galera da rádio 7 Colinas FM

JOSIANE - DEP. COMERCIAL

MARIA - DEP. COMERCIAL

NEILA - DEP. PESSOAL

JOSIANE - DEP. COMERCIAL

NATHALY MICHELLE - LOCUTORA

NANÁ - SERVIDORA GERAL

CRISTIANE GONÇALVES - ATENDENTE

Tuta Amaral dono da Jovem Pan = super entrevista


A jornalista Adriana Negreiros da revista Playboy, fez uma super entrevista com o dono da Jovem Pan, Tuta Amaral e ele assumiu muita coisa que as pessoas até não saberiam em circunstâncias normais. Enfim, todo mundo sabe que o dono do Pânico é um homem de difícil trato e uma máquina de fazer dinheiro. Proprietário da rádio Jovem Pan, de um portal de internet, o Vírgula, de uma empresa de telefonia e de vários outros negócios (incluindo uma pequena gravadora, a Bacana Records, e a Rádio Daslu, que toca na loja de madames), Antonio Augusto Amaral de Carvalho Filho, ou simplesmente Tutinha Amaral, é um sujeito durão, insone e hipocondríaco. Do tipo que vai à farmácia e pergunta quais as novidades do mercado. Ou que, ao deparar com uma funcionária que aparente estar tranqüila, solicita a ela que elabore, em meia hora, um relatório com todas as suas atividades e resultados obtidos. Não é à toa que ele inspirou um ex-funcionário, o comediante Felipe Xavier, (que dizem ter se tornado seu inimigo) a criar o Dr. Pimpolho, personagem que encarna o estereótipo do chefe irritado, mal-educado e explorador - apresentado em rádios de todo Brasil e diariamente também na Sete Colinas FM, afiliada de Tutinha. Os desafetos não são novidade na vida deste paulistano que não tem papas na língua. O curioso é que quase ninguém fala mal dele publicamente. Ele diz que é o homem mais temido da indústria fonográfica nacional. Também faz sentido. Aos 20 anos, em 1976, quando foi para a Jovem Pan, Tutinha adotou o conceito de FM falada e acabou com o marasmo da programação de sala de espera de dentista. Sua rádio foi responsável pelo lançamento de boa parte das bandas de rock dos anos 80. Hoje ela tem 50 afiliadas no Brasil inteiro e influencia inúmeras rádios pequenas no interior. Junto com as rádios Mix, Metropolitana, Transamérica e 89, domina o segmento que mais forma opinião - os jovens das classes A e B. Ou seja, influi decisivamente no que "pega" no mundo da música. Por isso é tão escandalosa a crítica mais recorrente a Tutinha: de que ele cobra jabá (presentes, dinheiro ou vantagens) para que artistas toquem em sua rádio. Ele não nega, embora não goste do termo - prefere falar que é um "acordo comercial". Sem constrangimento, Tutinha diz ter ganhado 1 milhão de dólares por ter lançado a cantora colombiana Shakira no Brasil. Dizem que ele teria participado de brigas homéricas contra empresários do Jota Quest, Ivete Sangalo (adivinhe por que tocam sua rival, Claudia Leitte?) e afins e dito que Wanessa Camargo, não tocaria nunca na rádio (hoje seu novo sucesso com Ja Rule - Fly, bomba na JP). Também teria brigado com Milton Neves, Mendigo (Carlos Alberto da Silva) e Glu-Glu (Vinicius Vieira, que era locutor na rádio). Afirma ter conhecido vários países graças aos pacotes pagos pelas gravadoras de artistas internacionais. Nesta entrevista, ele revela candidamente seu método de escolha dos músicos que tocam na Jovem Pan: "Recebo 30 artistas novos por dia na rádio. Seleciono dez, vou à gravadora e, para aquela que me dá alguma vantagem, eu dou preferência". Além de músicos, Tutinha lançou apresentadores. Luciano Huck começou na Jovem Pan. Adriane Galisteu fez sucesso por lá antes de ir para a televisão. Sabrina Parlatore, Otávio Mesquita, João Gordo, Celso Portioli (que já trampou também aqui na Sete FM no final dos anos 80), Otaviano Costa (como locutor) e Marcos Mion também. Emílio Surita iniciou sua carreira ao lado de Tutinha, e com ele criou o programa Pânico, inspirado nos talk shows do radialista americano Howard Stern. A lógica: metralhadora giratória que não poupa ninguém, desde o ouvinte até a celebridade mais badalada. A fórmula deu certo. O programa foi campeão de audiência e Tutinha resolveu levá-lo para a televisão. Bateu na porta da Gazeta, do SBT, da Bandeirantes, até que conseguiu um patrocínio da operadora de telefonia Vivo e emplacou na Rede TV!. O programa fez sucesso e foi cobiçado por Silvio Santos. As negociações com o SBT não prosperaram, pelo menos por enquanto. Tutinha pensa em montar sua própria rede. "Aos poucos, estou colocando o pezinho na televisão", revela. Seria uma espécie de volta à infância. Ele praticamente nasceu dentro de uma emissora. Seu avô, Paulo Machado de Carvalho, foi dono da TV Record. O pai, Tuta, era diretor da rede no auge dos festivais da canção. Ainda criança, assistiu de camarote aos primeiros acordes da turma da Jovem Guarda. Suas lembranças são as de um típico filhinho de papai. Levava os amigos da escola para assistir a Perdidos no Espaço no cineminha da Record. Fazia travessuras com as estrelas da casa e, quando confrontado, lembrava a elas que era o neto do patrão. Ele afirma que aos 14 anos já bebia, fumava, jogava sinuca e, mais importante, transava com as bailarinas da emissora. Aos 15, dirigia um programa infantil e ensaiava suas primeiras incursões pelo besteirol. Tutinha recebeu a repórter Adriana Negreiros para duas sessões de entrevista no escritório da Jovem Pan, na avenida Paulista, em São Paulo. Completou 53 anos, em março, e em seu quarto casamento (com três filhos), ele é um vaidoso assumido: na sessão de fotos para a entrevista, sua maior preocupação era esconder a barriga. Também é um workaholic assumido. No dia da entrevista, contou que chegaria ao escritório às 5 da manhã. Na falta do que fazer, jogou paciência. Agitado, bebeu café, brincou com o celular e despachou, sem muita conversa, uma funcionária que insistia em interromper a entrevista. Ao fim da segunda sessão, recebeu um afago da mulher, Flávia Eluf, (que com uma voz muito bacana, apresenta um programa com Marcelo Café na Pan Light) retribuído com um forte abraço e um tapinha de leve no bumbum. "Não sou nada do que dizem", defendeu-se. "Sou um puta louco, adoro falar merda." E comprova: "Você sabia que eu já comi dez capas da PLAYBOY? O duro foi engolir os grampos". Rsrsrsrs. Enfim, esse é o Sr Tuta, no qual estive também, uma vez numa tarde fria de 1998 e que me disse educadamente que não me receberia no momento, pois deveria fazer uma viagem de última hora. Fui encaminhado até a sala de sua irmã no andar de cima, para tratar do que fosse preciso. Mas o que me chamava grande atenção, era o tamanho daquela mancha que ele tem na testa, que dava vontade de rir. Acompanhe a entrevista e tire suas próprias conclusões.


Você é um dos homens mais temidos da indústria fonográfica do Brasil. Por quê?
Sou o mais temido, lógico. Sou assim mesmo. Se não tocar na minha rádio, a Jovem Pan, o artista não estoura. E não sou bonzinho. Se a música é ruim, digo para o artista: "Não vou tocar, seu disco é uma porcaria. Tchau e não me amola".

Muita gente dizque você é jabazeiro [que cobra jabá].
Me chamem do que quiser. Na minha rádio tem nota fiscal, tô pouco me danando. O cara para entrar no Fantástico também paga. Jabá é quando você faz ilegalmente na empresa. O que eu faço são acordos comerciais.

Que tipo de acordo?
Por exemplo: hoje chegam 30 artistas novos por dia na rádio. Por que eu vou tocar? Eu seleciono dez, mas não tenho espaço para tocar os dez. Aí eu vou nas gravadoras e para aquela que me dá alguma vantagem eu dou preferência.

Que vantagem?
Se você tem um produto novo, você paga pra lançar. Era isso o que eu fazia. Eu tocava, mas queria alguma coisa. Promoção, dinheiro. Ah, bota aí 100 mil reais de anúncio na rádio. Me dá um carro pra sortear para o ouvinte. Mas hoje não tem mais isso. As gravadoras não têm mais dinheiro. O que pode existir é o empresário fazer acordo. Ah, toca aí meu artista e eu te dou três shows. Ou uma porcentagem da venda dos discos.

Isso não é jabá?
Não. Na Jovem Pan nunca teve jabá. Antigamente as rádios tinham. Quando eu comecei a trabalhar, até me assustava. A Rádio Record ficava junto com a Jovem Pan. Na época, chegava o cara da gravadora e dava dinheiro, walkman, relógio para o radialista. Quando eu entrei, eu pegava essas coisas para a Jovem Pan. Nas outras rádios, os donos não estavam. Eu não tinha interesse em roubar a Jovem Pan. Queria fazer negócio. Antes o rádio era muito amador. Então a gravadora dava uma coisa pro cara, dava mulher.

Mulher?
É, mandava o cara pro puteiro. As gravadoras faziam qualquer coisa pra tocar a música.

Alguma artista já tentou fazer sexo com você em troca de tocar a música na rádio?
Já, mas não vou falar quem foi. Eu estava na minha sala, entrou uma mulher com um vestido, tirou o vestido e disse: "Se você tocar minha música..."

E a mulher estourou?
Não, porque não tocou na Jovem Pan. E eu não a comi.

Era bonita?
Meia-boca. Eu até falei: "Você tem um belo corpo, mas sua música é muito ruim".

As gravadoras já te ofereceram absurdos?
Ah, tudo o que você pode imaginar.

Um harém?
Não, isso não. O que eles faziam era me levar para conhecer os artistas. Mas eu não me vendia por isso. Eles lançavam o novo disco da Gloria Estefan e me convidavam assim: primeira classe, carro com motorista, backstage do show em Amsterdã, junto com o presidente da Sony. Depois um jantar fechado com a Gloria Estefan. E o cara achava que eu tinha que tocar porque tinha tido essa moleza, né?

E tocava?
Às vezes sim, às vezes não. Mas eu fiz muitas viagens assim. Conheci quase tudo. Fiz coisas incríveis. Por exemplo, fui ver o Michael Jackson, sentei na mesa com ele.

Você bateu papo com o Michael Jackson?
Ah, aquela coisa de hello, né? Tinha 8 mil negos lá. Era "my name's Michael, my name's Tuta". E ele me deu aquela mão gigante, branca! Eu tinha muita mordomia. Era assim: "Quer ver o U2? Vamos. E depois a gente vai jantar com o U2". Sempre eles fazem isso. Depois do show, fecham um andar do hotel, convidam rádios de vários lugares do mundo e fazem um lobby. O artista vai lá, fala oi pra todo mundo, a gravadora distribui brindes. As gravadoras tinham dinheiro e eu acho isso bacana, profissional.

Como eram essas festas com os artistas?
Teve uma festa do Julio Iglesias na casa dele, na República Dominicana, cheia de mulheres.

Rolava sacanagem?
Nessa não rolou. Mas às vezes contratavam putas para os radialistas. Já tive propostas desse tipo, mas não aceitei. Não gostava disso. Gostava de primeira classe, hotel campeão, o bem-bom. Já vi tantos shows que hoje não agüento mais ver um. E depois eu tive uma empresa de shows, aproveitando que eu tinha a rádio.

Quais artistas a Jovem Pan estourou?
Tudo. Qualquer coisa que você pensar foi a Jovem Pan que lançou. Madonna, Lulu Santos, Titãs. A Jovem Pan fez a história da FM. Se não tocar na Jovem Pan, tá frito. A Jovem Pan tem o poder de formadora de opinião no Brasil inteiro. É uma referência para as rádios do interior.

Lançou as bandas de sucesso da década de 80, como Kid Abelha, Capital Inicial, Ira!?
O Ira! não. Um ou outro não lançamos. Eu dei uma pisada grande na bola com a Blitz. Quando ouvi a música, falei: "Não vou tocar essa porcaria nem morto". E logo depois era a música mais tocada no Brasil inteiro. Mas em compensação eu acertei os Mamonas Assassinas, que ninguém tocava. Não dá pra acertar sempre. Eu também me ferrei com o Renato Russo.

Por quê?
Numa época a gente fazia o artista cantar "Jovem Pan" no meio da melodia. Então vinha o Caetano Veloso, tinha uma música nova, e cantava "Jovem Pan" no ritmo da música. E uma vez veio o Renato Russo e disse: "Minha música é uma obra-prima e eu não vou falar 'Jovem Pan'". Eu falei: "É mesmo? Então vai pro inferno, vai tocar essa música lá na Transamérica". Eu quase bati nele.

E não tocou mesmo?
Tive que tocar, a música foi um sucesso. E depois eu fiz um show do Legião Urbana no estádio do Palmeiras, em São Paulo. Ganhei tanto dinheiro que saí com a caixa igual à da Igreja Universal, cheia de dinheiro. Outro com quem eu fui malcriado foi com o Zé Ramalho. Ele disse que não ia cantar "Jovem Pan" e eu mandei ele pro inferno. Ele perguntou: "Quem é esse moleque?". Disseram que eu era o dono. Ele veio com um "não, peraí". E eu disse: "Peraí não, some daqui".

Com quem mais você brigou?
TUTINHA> Com o Roger, do Ultraje a Rigor. A Jovem Pan foi a primeira a tocar aquela música deles, "quem quer dinheiro, índio quer dinheiro", uma coisa assim. E eu combinei com o empresário de me dar três shows. Muito bem, você quer tocar o Roger? Eu quero três shows de graça e vou fazer promoção para a Jovem Pan. Pois ele estourou e não me deu os shows.

O que você fez?
Parei de tocar. Aí o Roger foi pro Rock in Rio e cantava: "Tutinha, filho-da-puta, Tutinha, jabazeiro". No Maracanãzinho, no meio do show! Aí eu o processei, fomos para o tribunal e ele me pediu desculpas, falou que não teve a intenção. Mas eu nunca mais toquei. Só agora, 20 anos depois, depois que o Ultraje a Rigor praticamente acabou, fiquei com pena e deixei ele tocar.

Você tinha um contrato com o empresário do Ultraje?
Como eu sabia que o artista precisava tocar na Jovem Pan, não fazia contrato. Era uma coisa de boca. Eu vou tocar o seu artista, você me dá o show e tchau. É assim com o Haroldo, empresário do Capital Inicial. Eu toco, quando eu preciso ele me ajuda, quando ele precisa eu dou comercial de graça, se eu preciso de um show, ele me dá. Mas também não fico abusando, não vou pedir dez shows. Hoje a gente tem um relacionamento ótimo com os empresários. Olha, você vai me dar um show da Pitty para um evento da carteirinha de estudante Jovem Pan e eu ajudo na música nova. É assim. Beleza, nada em contrato, tudo na boca.

Além da Blitz, que outro erro de avaliação você cometeu?
A Shakira. Existe uma dificuldade para se tocar música em espanhol no Brasil. Não temos essa tradição. Aí a gravadora falou assim: "Te dou 1 dólar por disco se você tocar a Shakira". Eu falei: "Não vou tocar essa porra". Peguei o disco e joguei em casa. Depois de uma semana eu voltei e ouvi minha filha assim, cantando: "Estoy aquí, queriéndote". Voltei na gravadora e falei: "Aceito o acordo".

Deu certo?
A Shakira vendeu 1 milhão de discos e fizemos 70 shows lotados. Mas ela não era nada. Eu dei um jantar na minha casa para a Shakira e ninguém queria ir. Convidei o Rogério Fasano, o Luciano Huck, ninguém queria ir.

E com a Pitty, qual foi a história? A Jovem Pan não quis tocar...
Porque a gravadora não quis fazer negócio. E com uma música nova a gente tenta fazer algum tipo de promoção, pegar prêmio, pegar coisa para o ouvinte. Eles disseram não e a gente não tocava. Mas ela estourou tanto que tivemos que tocar. Tem horas que a gente tem que dar o braço a torcer. Também não sou birrento. Não vou atrapalhar a Jovem Pan por vaidade.

Qual é o segredo do sucesso do Pânico na TV?
É falar merda. É fazer coisas das quais os outros tenham vergonha. Todo mundo é comprometido, politicamente correto. As TVs são todas amarradas.

Você tem alguma participação no que a turma do Pânico na TV ganha em publicidade?
Eu sou o dono do Pânico. Então eu ganho. O registro é meu. Fui eu que inventei, botei na rádio, fui lutar pra levar pra televisão, fiquei batendo de porta em porta, arrumei o primeiro comercial, dei a idéia. Depois que o programa explodiu, falei: "Não é justo que eu fique ganhando sozinho". Então a gente é meio que uma sociedade em que todo mundo ganha. Todo mundo tem uma participação na renda do programa.

Quanto eles ganham?
Ah, não vou dizer. A Jovem Pan paga o salário deles de rádio e a Rede TV!, de televisão. Mas estão ricos. Ganham 50 vezes mais do que ganhavam um ano atrás. E foi a Jovem Pan que deu essa oportunidade para eles, entendeu?

Quanto é 50 vezes mais para o Ceará e o Vesgo, por exemplo?
Acho que eles ganham uns 200 mil reais por mês, cada um, entre salário, shows e eventos. No paralelo, quem ganha mais é o Emílio, porque é sócio do Pânico. Ele também ganha 20% de cada merchandising.

Como vocês escolhem quem vai fazer merchandising no programa?
O critério é: pagou, levou. Mas a gente aumentou o preço e isso foi selecionando.

Como o pessoal do Pânico está lidando com a fama?
Eles estão deslumbrados. São celebridades, não têm como evitar. Agora nós alugamos um navio e em uma semana vendemos os 250 lugares.

O sucesso subiu à cabeça deles?
Subiu, mas é lógico que sobe. Veja o Mendigo. Era um órfão da Liga das Senhoras Católicas. A minha mãe deu emprego de office-boy pra ele. Todo ano ela dava emprego pra dois órfãos na rádio. Pois o Mendigo agora tem uma BMW e comia a Sabrina. Eu tenho que admirar um cara desses. O cara veio do zero e agora ganha 80 paus por mês. Como é que não vai ficar deslumbrado? Eu acho até que dentro do deslumbre todo eles são pé-no-chão. Mas ficam deslumbrados, óbvio.

Todos ficaram assim?
Menos o Emílio. O Emílio é low profile, mão-de-vaca. Não vai a restaurante, não compra nada. Esse vai ficar milionário.

Você é que tem fama de mãode-vaca?
Eu sou administrador. Não gosto de jogar dinheiro no lixo. Eu sou da escola de meu pai: não seguro celebridade. O Osmar Santos era o melhor locutor da rádio. Vamos dizer, ganhava 50 mil reais. Vinha aqui a Globo, pagava 100, eu deixava ele ir embora. Eu sou assim. (Dizem que foi o que aconteceu com Mendigo e Glu-Glu que teriam pedido pra ganhar mais e acabaram aceitando trabalhar com Tom Cavalcanti na Record).

Você está no quarto casamento. Por que casou tanto?
Não é o quarto, agora eu estou só namorando. Se bem que a gente mora na mesma casa. Então é casamento, né? Eu casei várias vezes e tive várias namoradas. Eu sempre tenho alguém. Mas não fico num casamento destruído. Pago o que tenho que pagar, arrumo outra e vou ficar com ela.

Você completou 53 anos agora em 2009.
É, que merda, né? Uma bosta isso. Se bem que agora eu estou Glauco [personagem de Edson Celullari em América]. A Flávia tem 39 anos e está me transformando no Glauco. Agora conheço a marca Doc Dog, estou usando mais jeans e tênis. Estou até me sentindo mais moço.

E essa mancha que você tem na testa, o que é?
É um sinal de nascença. Mas eu odeio essa mancha, porque aonde vou as pessoas me perguntam se eu bati a cabeça na parede. Principalmente criança. Eu sempre digo que uma pomba passou e cagou na minha cabeça.

Tem alguma complicação?
Ela tem um tipo de raiz e eu tive dor de cabeça. Fiz uma tomografia e foi verificado um tumor, mas não maligno. Aí eu fui pra Boston, operei, o cara falou que eu devo ter nascido com isso e ficou por isso mesmo. Não tirou. Só fez radioterapia pra não crescer.

Uma das histórias a seu respeito é a de que você é durão e estressado. Você já demitiu muita gente?
Já, muita gente. Teve uma pessoa que ficava aqui na rádio e eu sempre perguntava a que horas ele chegava. E ele nunca chegava na hora. Então resolvi mandar ele embora. Eu disse: "Você está despedido!" E ele: "Mas eu sou ouvinte". O cara não chegava um dia na hora, eu achava que era da promoção. Era um moleque folgado pra cacete, sentava na mesa.

Você é o Dr. Pimpolho, o personagem criado pelo Felipe Xavier?
O Felipe Xavier é uma pessoa muito difícil, complicada. Tudo era advogado, um saco. Aí fiz a besteira de dar um programa pra ele às 6 horas [Selig, um programa de notícias]. O programa era horrível, uma porcaria. Eu tirei e ele ficou com raiva. Aí ele saiu e brigou porque eu tinha um contrato que era assim: quando ele saísse da Jovem Pan, o Homem Cueca não podia ser feito em outro lugar durante um ano. O que é normal, já que o programa estourou aqui. Ele ficou com raiva e fez o Dr. Pimpolho. Às vezes eu escuto e até acho parecido, às vezes, não.

Você foi tomar satisfações com ele?
Não, tô pouco me lixando. Até gosto. Hoje em dia o Felipe é um zero à esquerda. É um burro, porque fechou a porta da maior rádio do Brasil. Onde ele vai trabalhar, me fala?

Você tem medo de perder sua equipe para outra emissora?
Não tenho medo. Porque o bom é o Emílio e esse não sai. Ele tem história com a Jovem Pan, trabalha aqui há mais de 20 anos. Ele é o preocupado. Não adianta a Globo pegar o Ceará, não adianta. O bom é o Emílio. Os outros estão levando a vida na flauta, fazendo show, e ele tá aí. Eu tenho certeza de que sem o Emílio eles não fazem sucesso. Se levarem o Vesgo e o Ceará, dura pouco, como duraram pouco os caras da MTV que foram para a Globo. O Emílio, não. Ele está aqui todo dia, até as 4 da manhã, pra editar o programa. É um cara de caráter, o que é difícil hoje em dia, principalmente nesse meio.

A Mariana Kupfer trabalhou no Pânico na rádio e agora é alvo das brincadeiras do programa. Qual é a história de vocês com ela?
A Mariana Kupfer é um zero à esquerda. Se achava a gostosona e por isso uma vez veio aqui pedir trabalho. A gente tinha uma história de colocar sempre uma patricinha que servia de escada para os caras zoarem. Ela quis fazer esse papel e por causa dele foi convidada para a Casa dos Artistas. Por causa desse papel, lançamos um CD dela que vendeu 40 mil discos. Quando ela voltou pro Pânico, depois da Casa, estava se achando e começou a se sentir ofendida. Aí teve alguns pegas no programa e aceitou um convite do Otávio Mesquita para ir pra TV. E foi sem me dizer tchau. Eu tinha ajudado a Mariana, que não era nada. Vinha aqui me puxar o saco, me dizer que eu era um gênio. Depois que o Pânico na TV estourou, ela voltou a me rondar. Entrou na minha sala e disse: "Nossa, querido, que saudade". Eu odeio falsidade. Saudade o cacete. Disse: "Tchau, vá embora, some daqui". Se a pessoa me sacaneou, até logo.

O Pânico não exagera?
Várias vezes. O cara estar no telefone e você ir lá abaixar a calça dele não dá, né? Também odeio coisas escatológicas. A gente faz reunião, porque eles são um bando de porras-loucas sem limites.

Como na vez em que a Sabrina Sato masturbou um porco?
Essa foi horrível, passei uma semana sem dormir. Dei um puta esporro quando acabou o programa. Essa é uma das piores.

Você interfere no conteúdo do programa?
Eu estou sempre ponderando que o excesso não é necessário. No começo eu era super contra fazer brincadeira com anão. Eu falei: "O que vocês querem agora? Imitar o Ratinho?" Aí eu vi que o anão estava ganhando grana, sendo reconhecido, e mudei de opinião.

Desde quando você gosta de besteirol?
Meu avô era dono da TV Record. Desde pequeno eu vivi em televisão, comecei a trabalhar com 15 anos. Fazia a direção de um programa infantil chamado Setinho e todo mundo ficava me instigando a fazer sacanagem. O apresentador, que era o Durval de Souza, gostava de falar perto da lente. Eu botava a câmera lá no fim do estúdio, o mais longe que desse, e punha o zoom grande. Ele vinha falando perto e a cara dele ficava inteira distorcida. Ele queria me matar, mas eu era neto do dono e sempre tinha mais uma chance.

Você tinha outras vantagens?
Ah, eu fazia umas coisas como levar todos os meus amigos para ver Perdidos no Espaço no cineminha da Record. Lotava o cinema de amigos da escola, pedia pizza e Coca-Cola pra todo mundo. Eu fumava, bebia. Adorava aquele ambiente de televisão. Ia no balé, era louco pelas bailarinas. E pegava um monte delas! Era neto do dono, né?

A TV Record já foi da sua família e hoje pertence a outros donos. O que você acha da programação atual?
Uma bomba, com aqueles bispos falando. A Record era mais divertida. Tinha umas coisas assim: uma propaganda ao vivo em que uma garota aparecia tomando uma bebida. Os caras faziam xixi na garrafa e ela tinha que beber, sem perder o rebolado. Eu vivi muito coisas assim porque minha família praticamente começou com o Assis Chateaubriand a televisão no Brasil.

E as celebridades da época, você convivia com elas?
Meu pai fazia parte da equipe A da TV Record na época dos festivais da Jovem Guarda. E eu ia com ele para a televisão. Então tenho fotos sentado no colo da Elis Regina e da Hebe. Eu sempre tive essa mordomia de ficar no meio dos artistas.

Quando você começou a levar a televisão a sério?
Quando eu tinha uns 18 anos, meu pai comprou a Jovem Pan dos ir mãos. Eu não fui logo para a rádio. Fiquei no lugar do meu pai na Equipe A. Então dirigi o finalzinho da Família Trapo, fiz um programa com a Hebe Camargo e a Elizete Cardoso e outro com os Secos e Molhados. A Hebe é minha amiga até hoje. Nessa época eu comecei a levar as coisas a sério. Fiz até novela.

Que novelas?
Eu ajudei o Antunes Filho a fazer umas novelas que não tiveram sucesso nenhum. Eu também fiz uma com o Cassiano Gabus Mendes.

Quando você entrou na Jovem Pan?
Meu pai me chamou pra montar a FM no rádio. Já existia um conceito de FM, mas era FM de dentista, aquela rádio só musical. A gente fez uma rádio misturada. Tocava Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, tudo. Explodiu. A gente acertou logo de cara.

Quem eram os artistas brasileiros que tocavam na rádio?
Na época, o forte era bossa nova. Tinha também a Elis Regina, o Jair Rodrigues, o Trio Mocotó. A rádio ia acompanhando as tendências. Eu levei os artistas da televisão para o rádio - a Hebe Camargo, a Cidinha Campos, o Roberto Carlos.

E os estudos?
Eu já tinha largado a Faculdade de Comunicação Social. Eu trabalhava muito, fazia a Hebe, tinha que ir ao ensaio, depois à noite tinha que fazer o programa. Não tinha tempo para estudar e não gostava.

Quando saíram os artistas e entraram os locutores?
A rádio Cidade, do Rio de Janeiro, foi a primeira a pôr os locutores. Tinha locutores famosos no Rio e, quando ela entrou, derrubou a Jovem Pan em São Paulo. Aí foi a primeira vez que eu tive que mudar. A rádio ficou mais jovem para combater a rádio Cidade. Tirei os caras de lá e a gente voltou à liderança. Foi aí que eu criei um personagem, o Mike Nelson. Foi um sucesso. Só falava besteirol.

Por que inventar um nome?
Eu não ia falar meu nome porque tinha vergonha. Depois eu criei o Djalma Jorge. Eu falava "I love you, mina", soprava no microfone. Teve um programa que eu adorei: a gente punha efeito de abelha e passava o tempo inteiro fingindo tentar matar a abelha e não acontecia nada. A gente quebrava o estúdio inteiro fingindo que tinha uma abelha. Éramos uns loucos.

Essas idéias foram aproveitadas no Pânico?
Tem muitas coisas. O Emílio Surita fazia a narração do Homem Oferta. Ele falava: "E agora vamos visitar aquele monstro, aquele assassino, na cadeia, que está preso, ele que matou a própria mãe e comeu a perna da filha, o Homem Oferta!" Aí fingia entrar na jaula com aquele barulho de corrente, aquela coisa horrorosa. E perguntava: "Homem Oferta, é verdade que você comeu a sua própria mãe?" E ele respondia: "Ventilador Arno, em duas prestações de 4,80". Puta besteira de idiota, mas a gente cagava de rir. O jeito do Emílio falar hoje é o mesmo do Djalma.

O contrato do Pânico com a Rede TV! terminaria em 2007 e vocês renovaram. Vocês pensam mesmo assim em mudar de emissora?
Pretendemos procurar uma situação melhor para o Pânico. O grande problema da Rede TV! é que não dão condições para o programa melhorar. Botam comerciais em excesso, muito merchandising e não dão condições. Para mandar os caras para a Copa, a gente tem que pagar.

O Vesgo e o Sílvio vão para a Copa com o dinheiro do Pânico?
É, você acha que tem cabimento? Esse é o ponto fraco da Rede TV!. O Amilcare [dono da Rede TV!] e o Marcelo Carvalho [presidente da emissora] estão cometendo um erro. Deveriam dar mais dinheiro para o programa. Não dá pra ficar só indo a festas. Tem que ir pro Oscar, pra Fórmula 1. Na Globo a gente estaria fazendo isso, né?

A TV Globo é o sonho de consumo?
Não, o sonho é o filme do Pânico. A Disney e a Fox já demonstraram interesse. A gente quer licenciar produtos, fazer teatro.

A audiência do Pânicojá chegou a 15 pontos no Ibope, e hoje anda pelos 6. O programa está perdendo o fôlego?
Urubu negro é só o que tem. Se o Pânico continuar igual, vai ser um programa igual a qualquer outro. Você vê o Casseta e Planeta. Ninguém mais fala dele, fala? E está lá, não está? Se o Pânico mantém uma média de 6, 7 pontos de audiência com qualificação AB, nunca mais se acaba. É que nem a Hebe. Mas, é óbvio, se não fizer nada de novo, dança. O Pânico vai ter que se coçar. É que hoje, depois que estourou, a imprensa já fica um pouco contra. No começo, quando era uma coisa fracassada, era bárbaro.

É difícil manter o vigor dos primeiros programas?
É duro porque a Rede TV! não dá recursos. É o maior programa da emissora, o maior faturamento, levantou o prestígio. Tinham que dar tapete vermelho pro Pânico.

Você estendia tapete vermelho para os artistas, quando tinha a produtora? Atendia muitas exigências?
Sim. Principalmente dos brasileiros. Americano é muito profissa. Ele fala: quero 20 garrafas de água Perrier, 30 toalhas brancas, mulher. Alguns querem drogas e só. Mas brasileiro é over, quer suíte presidencial que não pode ter o tapete marrom. O Caetano Veloso gostava de terminar o show e ter um jantar pra ele. A gente armava, ele convidava os amigos.

Quem pedia drogas?
O Ramones. A gente alugou o hotel Maksoud, em São Paulo, e um cara do Ramones não trouxe mala. Viajou com a roupa do corpo e passou cinco dias com a mesma roupa. Ele entrava no quarto e pedia marijuana. A mim dava medo. Mas essa não era minha parte, eu tinha outros sócios. Eu era responsável pela iniciação do negócio, arrumar o artista. E eu tinha mais facilidade de conseguir o artista porque tinha rádio. Entrava e falava com o presidente da gravadora, falava que ia tocar o disco.

Dizem que você ganhou uma moto Kawasaki pra divulgar o disco Faith, do George Michael.
Mentira. Essa moto eu ganhei de presente do meu pai. Ah, todo mundo fala mal de todo mundo.

A internet diminuiu o poder das rádios?
Nada é mais forte do que a rádio para música. Nem a Globo. Só rádio faz a música estourar. Você não vê o Fama? O cara vai lá, uma puta audiência, e cadê aqueles caras?

Cadê?
Não emplacam porque para isso eles têm que fazer acordo pra tocar na Jovem Pan. Não fazem, não estouram. Nunca me procuraram, nunca estouraram. Por exemplo, o Rouge. Fez acordo para a Jovem Pan aparecer no programa deles do SBT. Era um acordo comercial que não envolvia grana, mas aparições na televisão, mostrar a rádio, coisas assim. E o Rouge explodiu. Depois não foi feito acordo com o Broz e o Broz não deu em nada. Além da rádio, só a novela influencia. MTV é zero.

Quem são os músicos que você admira?
Eu gosto de música brasileira. Bossa nova, João Gilberto. Do Tom Jobim eu gosto pra cacete.

E da moçada nova?
A música brasileira de hoje é um lixo. É uma música que não vai fazer história. Que história vai fazer o CPM 22, me fala? O Charlie Brown, NX Zero, Fresno e Strike?

Por que não?
Porque é uma música temporal, que combina com a idade do moleque. A letra não é forte, não tem sentimento. "Ah, vou fumar maconha, vou rasgar a calça, vou comer a mina, vou cuspir na cara, vou dar o cu na esquina". É isso aí, com raras exceções, como o Rappa e o Marcelo D2. Mas a maioria das músicas é feita por produtoras com o objetivo de vender discos. Eu acho lamentável, mas tenho culpa nisso porque não dou oportunidade para novos gêneros.

Esses músicos que você citou - CPM 22, NX Zero, Strike e Charlie Brown Jr. - tocam na sua rádio?
Todos. Eu sou uma pessoa que não tem opinião. Pra mim, que tenho o objetivo de ser o primeiro lugar, não adianta saber se eu gosto. Eu tenho que saber se faz sucesso. Se eu vou ver o show de Sandy & Junior por exemplo e vejo lá o público da rádio, até penso em tocar na Jovem Pan. Eu sou treinado para isso. Quem tem muita opinião não consegue fazer a coisa comercial. Mas eu gosto do Charlie Brown. Só acho que é uma música que não fica.

E quem vai fazer história?
Deixa eu pensar. Gostei do primeiro disco da Maria Rita, mas o segundo é um lixo. Pra ser sincero, eu acho esse segundo disco da Maria Rita uma bomba. Também ela é meio boba. O que tem de melhor é a mãe e devia regravar algumas coisas da Elis. O artista demora pra sacar que se ele não tem uma música boa ele não estoura. Começa a achar que é bom e grava qualquer coisa. A Maria Rita fez um disco de merda e não vai vender.

Na época do boom do axé, como era a relação da Jovem Pan com as bandas baianas?
A Jovem Pan tocou axé e a Bahia inteira desceu aqui pra tocar.

Tocou É o Tchan?
Não, mas tocamos Netinho, Ivete, Banda Eva e Banda Mel. Depois a gente achou que a rádio caiu e podia ser o axé. É que essa rádio é conceito, sabe? Por exemplo, a molecada gosta de samba. Mas a gente acha que conceitualmente tocar Inimigos da HP, por exemplo, atrapalha a rádio. Então a gente prefere tocar rock, house e música brasileira e não arriscar a audiência.

Mesmo que os acordos comerciais sejam ótimos?
Não tem acordo pra coisa que a gente não gosta. Pode vir aqui, mandar 200 mil dólares pra tocar e a gente não toca, não adianta.

Como vai a Bacana Records, sua nova produtora de discos?
Estamos fazendo alguns acordos com a Trama. A Trama é uma gravadora de artistas novos, mas falta o lado comercial lá dentro. Não adianta o cara ficar fazendo o disco do Max de Castro se não botar música comercial. Lança 20 discos e ninguém ouve. O cara tem que ser esperto. Pode até perverter um pouco, entendeu? O Seu Jorge, esperto, gravou Chico Buarque e entrou.

Parece que você é muito amigo do Milton Neves...
Não sou. Nunca fui. Vamos falar a verdade? Acho o Milton Neves de quinta categoria. Bota aí que eu meti o pau nele. Ele é um canalha.

Mas as declarações dele sobre você são muito elogiosas.
As pessoas falsas são assim. Estão te sacaneando por trás e falam bem de você. Profissionalmente eu o respeito e admiro, mas ele é é um injusto. Entrou com uma ação contra a Jovem Pan depois de ter trabalhado anos aqui.

Por quê?
Por causa de nada [irritado]. Meu pai ajudou o Milton Neves do zero. Ele deve todo o sucesso ao meu pai. E ele foi muito sacana, entrou com uma ação trabalhista ridícula. Meu pai deu força, deu os melhores horários pra ele trabalhar. E ele virou as costas e sacaneou meu pai. Como vou gostar de um cara desses? Ele ganhou muito dinheiro, está muito rico, não precisa de ação. E ele já era, vai se ferrar, porque aqui se faz, aqui se paga.

Você tem muitos inimigos?
Não que eu saiba. Deve ter muita gente com inveja de mim.

Você já se deu mal por esse seu jeitão curto e grosso?
Já. O Rubens Barrichello não ganhava nenhuma corrida, só chegava em segundo, e eu fiz uma música assim: "Sempre atrás do alemão. É o Rubinho!" Essa música foi um sucesso estrondoso, todo mundo cantava. Aí eu estava em São Paulo, no Parque do Ibirapuera, e de repente vi o Rubinho correndo na minha frente. Quando eu vi, pensei: ele vai me encher de porrada.

E encheu mesmo?
Eu virei e saí fora do Rubinho. Aí um mês depois ele processou a gente em 100 mil dólares. Eu fiz uma besteira, que foi pegar essa música e botar no CD da revista. O juiz se chamava Ferrari [risos]. Aí a gente se acertou, pagou o valor em obras de caridade no nome do Rubinho. Uma outra vez eu o encontrei, falei com o Rubinho e ele me deu as costas. Puta, fiquei com uma vergonha do cacete naquele dia.

O Luciano Huck declarou que você é ótimo, até a hora em que pisam no seu calo. O que é pisar no seu calo?
É tipo assim, o Jota Quest. O empresário deles se chamava Chantilly e me prometeu um show em Maresias. Eu montei um estande de verão em Maresias, no litoral de São Paulo, vendi o patrocínio. E ele fez um show com a rádio Mix em frente ao meu estande. Por isso que eu não tocava o Jota Quest.

Você teve prejuízo financeiro?
E moral. Eles que se danem! Ou eles me pagam o prejuízo que eu tive, me dão o show, ou eu não toco. Eu não sou de brigar, mas se o cara faz show com uma rádio concorrente, então que vá pedir para aquela rádio tocar, vá para o inferno. Agora eles estiveram sofrendo, porque não tocar na Jovem Pan é muito grave, acaba com o artista. Eu tive pena? Tive. Mas eles tiveram que me ressarcir. A Ivete Sangalo também fez parecido.

O que a Ivete fez?
O Jesus, o irmão dela, se comprometeu a fazer show comigo. Botei anúncio na rádio, no jornal, um dia ele me ligou e disse: "Não vou fazer". Como a Ivete é muito poderosa, ela acha que pode fazer isso. Mas um dia é da caça e outro é do caçador. Ela é um amor, apesar do irmão, que eu odeio. Na época a Ivete namorava o Luciano Huck, a gente ia jantar, eu gosto dela. Mas o irmão é de quinta categoria e um dia vai prejudicar a carreira dela. Ela que abra o olho.

Muitas pessoas já tentaram prejudicar sua carreira?
Houve uma época em que as gravadoras quiseram acabar com essa história de dar prêmio ou dinheiro para as rádios tocarem as músicas. Porque o negócio estava generalizado, todo mundo queria um carro, uma viagem, uma camiseta. Então as gravadoras resolveram acabar com a Jovem Pan, porque a Jovem Pan é a mais forte. Então eu parei de tocar as músicas de todas as gravadoras.

E tocou o quê?
Eu fiquei sócio de um amigo na gravadora Paradoxx e só tocava essa gravadora. A rádio foi para o primeiro lugar e a Paradoxx foi a que mais vendeu discos naquele ano. A gente tocava dance. Aí as outras gravadoras desistiram da briga e voltaram.

Você é rico?
Eu sou. Eu ganho dinheiro, sou um cara de idéias, montei sete negócios. Tenho a Revista Jovem Pan, uma empresa de telefonia, o portal Vírgula, a Carteira de Estudante. No ano passado vendi quase 150 mil carteirinhas. Faço shows, faço eventos.

Quais são seus luxos?
Veleiro e viagens. Trabalho 40 dias e viajo dez.

Gosta de carros?
Gosto de todos os luxos. Que homem não gosta de carros?

Qual é o seu?
Um Corolla [risos]. Mas eu tenho um BMW e um Porsche.

Você tem algum plano para o futuro?
Entrar na TV. Eu fico animado porque o Roberto Marinho montou a Rede Globo com 60 anos. Eu sou uma pessoa ambiciosa. Quem sabe?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Legião Urbana seu catálogo original em formato digital


Após 13 anos do fim da Legião Urbana, a banda que se tornou uma das principais referências no rock nacional lança seu catálogo em formato digital nesta sexta-feira (17/4). O primeiro disco disponibilizado pelo Terra Sonora é Legião Urbana (1985) que possui canções como Ainda É Cedo e Será, clássicos do grupo. Sendo uma das últimas bandas a ter suas músicas digitalizadas de forma legal, os integrantes remanescentes Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá explicaram ao Terra como se deu esse processo. "A questão da banda se complicou um pouco na tomada de decisões. Ficamos partidos, de certa forma", diz Dado sobre a morte de Renato Russo, em 1996. Confira a entrevista completa:

Como foi esse processo? Como vocês chegaram nessa resolução para lançar esse catálogo da Legião Urbana em formato digital?
Dado - Acho que é uma tendência natural das gravadoras tentarem comercializar novamente a música. Acho que veio na hora que tinha que vir. De qualquer forma, abriu o acesso para um monte de gente poder conhecer a obra e ter a possibilidade de entrar nesse universo da Legião Urbana da forma mais fácil.

Bonfá - Hoje as gravadoras têm seu próprio ritmo. Um elefante branco se arrastando em um mar de lama no mundo e no Brasil. Imagina o tempo que eles levam. Todo mundo acaba indo pra esse caminho.

Dado - A questão da banda se complicou um pouco na tomada de decisões. Ficamos partidos, de certa forma. Enfim, a questão de fazer outras coisas da vida também te dá outras prioridades. Também a estrutura da gravadora tentando se reencontrar neste universo.

Neste ponto, sendo a Legião uma das últimas bandas a ter seu catálogo disponibilizado da forma digital, você acha que seguir o padrão da internet se tornou inevitável?
Dado - Imagina. É um caminho sem volta, irreversível. Eu sou totalmente a favor de achar caminhos para regularizar e regulamentar. Achar maneiras de pagar o compositor, o artista e o produtor. Achando um resultado para essa equação, a coisa vai embora. Mas a internet só também não é a solução, é mais uma ferramenta.

Bonfá - É louco falar isso. A Legião Urbana era a única banda que não estava no universo digital nos negócios. Quando eles falaram de fazer a comercialização, a primeira coisa que falei era que precisávamos de um site.

Vocês chegaram a conversar se acontecerá algum evento para marcar isso? Algum show, tributo ou reunião?
Dado - Ainda não. Vamos caminhando devagarzinho. As portas já se abriram. Criamos um site, finalmente um site oficial onde o público vai trocar informações e conhecer mais a banda.

Os fãs da Legião Urbana tinha essa lacuna de ter um site oficial, um reduto na internet, não é?
Dado - A gente não tinha essa noção corporativa de jeito nenhum. De certa forma pagamos por isso. Por chegar tão tarde sem um site. A verdade é que depois da partida do Renato não fazia mais tanto sentido.

Bonfá - Site da Legião, não-oficial, tem um monte. O problema é que o nome da Legião não está no meu nome e nem do Dado, então tudo a gente precisa conversar com a família do Renato. Não temos autonomia nenhuma. É muito complicado administrar essas coisas. A Legião Urbana não existe mais, acho que importante é fazer uma ponte entre os fãs internautas.

Você acha que a internet tem esse papel pra democratizar a música e a informação?
Dado - Acho que o suporte vai ficar obsoleto. CD vai virar coisa de colecionador. Para carregar a massa acho que a rede vai dominar. As pessoas vão baixar música pelo telefone, em qualquer lugar do mundo. A facilidade e a democratização do negócio chegaram, agora vamos ver como isso vai acontecer realmente. Tanto em termos de divulgação quanto cobrança, porque o pessoal não está a fim de pagar. Tem que existir dentro da cultura do brasileiro a vontade de voltar a pagar com música. Aquilo custa.

Bonfá - No Brasil ainda não existe comércio eletrônico. Engatinha. Ainda não se tem o hábito. Pra mim essa coisa de pirataria e baixar música, passam por aquelas coisas que eu vejo e o que eu acho certo. É roubo. Você não passa em uma banca de fruta sem dinheiro e rouba a fruta. Está tudo errado.

Dentro desse volume de artistas que brotam na internet todos os dias, você acha que sai alguma qualidade?
Dado - É difícil avaliar a questão qualitativa. São momentos diferentes. Existem tantas coisas boas como coisas péssimas também. Você entra no MySpace, por exemplo, que também é uma rede, mas tem algum tipo de filtro pra você não ficar totalmente perdido. Ainda não está ali inserido no mercado.

Hoje existe até esse caminho inverso. O artista atinge o mainstream sem o caminho da gravadora
Dado - Na verdade eu sinto falta desse filtro. Senão eu acabo perdendo muito tempo. Pra mim esse filtro é algum amigo, um jornalista, escritor, algum blog. Tem que filtrar. E nesse ponto eu estou disposto a pagar para ver se realmente é bacana.

Bluetooth de celulares vai divulgar filmes por downloads


Já imaginando como as coisas serão no futuro, uma empresa de cinema na Bélgica, chamada Utopolis, saiu na frente na divulgação de novos filmes. Ao invés de pôster, eles ativaram um sistema que possibilita a todos os visitantes que tem Bluetooth em seus celulares a fazerem download dos trailers dos filmes, tanto de longas que estão em cartaz quanto de outros que ainda serão lançados. Em uma declaração, a empresa disse que no futuro, as pessoas também poderão participar de promoções especiais, incluindo cupons para usar na bomboniére dos cinemas. O serviço, que é de graça, também avisa aos usuários para desligarem seus celulares quando entrarem nas salas de cinema. Grande novidade em breve chegando no Brasil!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Xixis de baianos estão corroendo as pilastras de viadutos, é mole?


A Prefeitura de Salvador (BA) está gastando cerca de R$ 500 mil para recuperar um viaduto cujas 14 pilastras foram desgastadas pela acidez de urina humana. O superintendente de Conservação e Obras Públicas da capital baiana, Luciano Valladares, diz que todas as pilastras do viaduto Luiz Cabral, na região central da cidade, sofreram corrosão por causa do hábito dos frequentadores do entorno de fazer xixi nelas. Segundo informações do superintendente, a urina foi capaz de provocar a dilatação da parte metálica das pilastras, causando a gradual corrosão do concreto. As obras devem ser concluídas em maio. Até agora, seis pilastras foram recuperadas.Para evitar que o xixi provoque mais prejuízos à estrutura do viaduto, a prefeitura utiliza na recomposição dos pilares argamassa e pintura resistentes à corrosão. Armações de aço das estruturas também estão sendo reforçadas. Agora me diz uma coisa... que xixi que é esse?

Aérea pede que gordinhos comprem duas passagens para viajar


A United Airlines, terceira maior companhia aérea dos Estados Unidos, começou a aplicar a partir de quarta-feira uma norma pela qual pedirá às pessoas obesas que comprem duas passagens para viajar na classe turística quando o avião estiver cheio. As restrições por obesidade não são novas na aviação americana. Antes, companhias como a US Airways, a Continental Airlines e a Southwest Airlines adotaram medidas que regulavam quando um passageiro deveria comprar uma segunda passagem, caso precisasse de mais espaço. O porta-voz da United Airlines, disse que a empresa aérea tomou a decisão sobre os passageiros obesos após receber mais de 700 reclamações no ano passado nas quais seus usuários protestavam por ter que compartilhar seu espaço com pessoas muito gordas. O custo adicional - pela compra de uma segunda passagem ou por ter que trocar a classe turística por uma superior, normalmente de cadeiras maiores - só seria aplicado no caso de que o avião fosse cheio e a tripulação não pudesse colocar a pessoa obesa onde houvesse dois lugares livres. O Centro de Prevenção e Controle de Doenças dos Estados Unidos afirma que mais de um terço da população adulta do país e 16% das crianças são obesas. Por que será que as pessoas andam sem paciência com a gente, hein?

Paula Toller fala sobre o seu momento como cantora solo


O primeiro trabalho-solo de Paula Toller foi lançado no longíquo ano de 1998. À época, a cantora não abandonou o Kid Abelha para engatar uma turnê de divulgação exclusiva para o disco. Por conta dessa estratégia, o CD não chegou a ser reconhecido como deveria por parte do público, mas agradou à crítica especializada, que conferiu à artista o Prêmio Sharp de Cantora Revelação, em 1999. Em 2007, porém, a loira resolveu largar os parceiros de Kid Abelha por tempo indeterminado e lançar "SóNós" (Warner), seu segundo trabalho-solo e o primeiro com dedicação total e irrestrita. A partir desse passo, Paula Toller desenvolveu outros maiores ainda. Entre eles, está a primeira turnê-solo e o lançamento do CD e DVD ao vivo "Nosso" (anagrama de SóNós), no qual a cantora estreou como diretora artística, em parceria com o marido Lui Farias. Paula também criou a produtora de vídeo LaToller LMC Filmes e fez sua estréia como artista independente. E pela primeira vez, a cantora mira o mercado internacional. Em entrevista para a revista Sucesso! (inaugurando a sessão "Seis Perguntas") e para a newsletter, Paula Toller explica de forma direta pontos importantes dessa nova fase e opina sobre polêmicas atuais no meio musical.

Pela primeira vez na carreira, você lançou um trabalho independente. Por que resolveu lançar "Nosso" nesse formato e quais são os pontos positivos do processo de divulgação e da organização de turnês nesses moldes?
Independência artística eu sempre tive, pois o Kid Abelha fez sucesso logo no primeiro lançamento. Lancei esse DVD nesse formato, porque tive uma excelente proposta de distribuição por parte da Microservice. E a distribuição sempre era um problema antigo para os independentes. Já que entrei numa corrente de estréias com o primeiro show solo, primeira direção de show e o primeiro disco internacional, por que não mais uma?

A produtora LaToller LMC Filmes foi criada exclusivamente para seus trabalhos-solos ou você pretende que a empresa passe a produzir outros artistas?
Gostaria, sim, de produzir outros artistas e outros tipos de espetáculo. No momento, estou me dedicando ao "Nosso". Mas estou estudando me envolver em outros projetos junto com meu marido Lui Farias, o LMC.

Quais são os formatos de shows que você oferece ao contratante atualmente e, num balanço geral, quais formatos são mais importantes e mais frequentes?
Essa parte é sempre combinada com o meu empresário, Mauro Benzaquem, da Posto 9.

No Brasil, tem sido muito mais fácil emplacar trabalhos de MPB e axé, pelo menos para as cantoras, em vez de pop music. Você sente um certo preconceito da mídia e do mercado musical para com as cantoras pop, sobretudo quando em início de carreira?
Não há preconceito que prejudique uma excelente cantora. Se ela tem uma voz singular, um som cativante e uma letra inteligente, acaba chegando lá. Há muita "cabeça ôca", mas também há gente interessada em lançar as boas novidades.

Geralmente, artistas consagrados mantêm um certo distanciamento do público. No seu caso é perceptível o inverso, com a realização de performances no meio da platéia. Por que optou por trabalhar dessa forma e qual sua visão sobre artistas que preferem evitar contato com o fã?
A graça está nisso: uns precisam de reclusão, outros não. Essa proximidade não é difícil, nem perigosa. Mas é ritualizada, não é ôba-ôba. Ninguém sai pegando. Todo mundo respeita. Chego perto para celebrar a união que a música provoca. Uma canção que todos cantam é um instrumento poderoso de alegria, fantasia e paz. Eu reparo isso no semblante das pessoas e fico imensamente feliz e estimulada para continuar.

Quais serão seus projetos na área de shows internacionais? Existe o planejamento de uma expansão para você nesse sentido, já que anda envolvida artisticamente com nomes como o Kevin Johanssen e Donovan Frankenreiter?
Vou à Lisboa e a Los Angeles, em breve. Kevin é um parceiro atencioso e está me dando a maior força na Argentina, onde a música "À Noite Sonhei Contigo" é hit. Recentemente me apresentei lá e espero voltar em 2009. No mais, tudo pode acontecer.

Por Helder Maldonado

Marcelo Bonan da Metropolitana FM = Super Entrevista


Alô queridos colegas de todo Brasil. Hoje batemos mais um papo bacana, com mais um profissional versátil e super talentoso. Atendendo a pedidos de vários colegas do Sul do país fãs de seu trabalho, conversamos com Marcelo Bonan, atualmente na Metropolitana-SP e que nos contou toda a sua trajetória profissional e mais algumas curiosidades interessantes. Vem comigo, pois vale muito a pena conferir no Entrevistas.

Onde tudo começou para você no mundo do rádio?
Tudo começou em 1996 quando recebi um convite para apresentar um set mixado numa rádio comunitária em São Paulo. Foi amor à primeira vista quando a porta do estúdio da rádio abriu. Lembro até hoje daquele microfone Shure 55 olhando pra mim. Daquele dia em diante minha vida passou a ser rádio.

O que você fazia antes da profissão?
Antes trabalhava como dj. Na verdade sou até hoje. Tinha equipamento próprio de som e iluminação e nos fins de semana pintavam festas de 15 anos, casamentos, baladinhas da galera e muitas outras situações. Era muito bom, uma época diferente onde o acesso a música era muito difícil, então você tinha que levar para um baile uma enorme quantidade de discos (lp"s) e nessa época o cd ainda era uma novidade.

Quais foram os seus inspiradores profissionais?
Me inspiro até hoje. O rádio exige motivação e inspiração diárias. A cabeça sempre tem que estar funcionando. Poderia citar uns 10 nomes, mas os 3 que mais me inspiraram foram o Waguinho, Marcelo Braga e Emílio Surita. Hoje a minha alegria é ver os meus amigos conquistando espaços, oportunidades, tornando-se "monstros do rádio".

Você depois de determinado tempo passou a dedicar-se mais a produção e coordenação do que a locução em rádio. Por que houve essa mudança?
Na verdade produção começou na minha carreira quase no mesmo momento que a locução. Na quarta rádio comunitária que trabalhei, não tinha nenhum estúdio de produção e foi aí que tudo começou. Improvisamos um estúdio, grudamos umas caixas de ovos na parede e colocamos a mão na massa. Em 1999 quando finalmente tive minha primeira oportunidade de estágio na Transamérica, comecei primeiro na produção pra posteriormente ir para a locução. Então sempre fui locutor e produtor. Essas duas funções sempre caminharam paralelamente na minha carreira. Atualmente estou na produção apenas devido ao volume de trabalho na Metropolitana Yes!. Coordenação é uma grande novidade na minha vida. Numa rádio como a Metropolitana ainda o desafio é muito maior. Pretendo me aprimorar cada vez mais, um objetivo de vida.

Qual foi o seu maior desafio na profissão, que estando diante dele, pensou em desistir de tudo?
Com certeza trabalhar 4 anos de graça nas rádios comunitárias de São Paulo foi a maior provação profissional. Sempre acreditei que um dia eu conseguiria alcançar o meu objetivo e até hoje nunca pensei em desistir, não me vejo fazendo algo que não seja rádio ou tocar.

Lembra de algo curioso no rádio que sempre ti traz muita alegria?
Não chega a ser curioso, mas me traz muita alegria ver o meu trabalho e dos meus amigos dando certo. A gente não ganha muito, mas se diverte demais...

Você acha que as grandes cidades - a maioria capitais - ainda são a coqueluche do rádio para se ter sucesso profissional?
São Paulo é o maior mercado de rádio da América Latina. Aqui você abre o microfone e tem a possibilidade de falar pra muita gente. É um mercado extremamente competitivo e isso é fascinante. A disputa pela preferência do público exige uma constante evolução. Qual o profissional que não gostaria de estar numa corrida dessas ?

O que ainda ti impressiona positiva e negativamente no rádio hoje em dia?
Boas idéias e bons profissionais me impressionam positivamente. Rádios mal administradas me impressionam negativamente.

Gostaria que seu filho seguisse a mesma carreira?
Não tenho filhos. Se um dia tiver, gostaria que ele trabalhasse sim porque o rádio é encantador e proporciona momentos de muito prazer. A decisão seria dele mesmo.

Qual a sua opinião sobre as novas tendências que estão aí, bem dizendo. Web Radio e Rádio Digital.
Em relação as rádios Web, já participei de algumas e pude ver como é um mercado difícil. A facilidade de ter uma rádio no seu computador, o grande número de rádios pelo mundo e a falta de patrocinadores faz com que a maioria não dure muito tempo. Tenho minhas dúvidas em relação ao futuro das rádios Web. A maioria dos internautas brasileiros está no Orkut, MSN e You Tube, infelizmente. Já o Rádio Digital caminha a passos lentos, já que as empresas que fabricam os aparelhos receptores não investem em aparelhos digitais e como não existem aparelhos receptores em grande escala, as rádios não investem nesta tecnologia. É uma faca de dois gumes.

Algo que conquistou, está conquistando e gostaria de conquistar num futuro próximo.
O rádio foi uma grande conquista na minha vida. Espero conquistar cada vez mais o meu espaço no meio.

Alguns colegas do sul do país, admiradores do seu trabalho, nos pediram que você, tivesse esse papo com a gente e aproveitando, o que diria sobre a profissão, para os mais novos na carreira? É um mercado sempre aberto a novos talentos. Acredite, eu ouço todos os pilotos que chegam aqui na Metropolitana e os melhores não são descartados. Cresça lentamente com dignidade e muito profissionalismo. Deixe sempre as portas abertas. Essa já é a segunda vez que trabalho aqui na Metropolitana. A cada dia estaremos aprendendo alguma coisa sobre o rádio. Então não existe fórmula mágica. Com muito trabalho tudo dará certo.

Sua fórmula para uma grande rádio ter $uce$$o, já que você é o coordenador de locutores.
Como disse na resposta acima, não existe fórmula mágica. É deixar o "achismo" de lado e pesquisar. O rádio é uma das coisas mais óbvias que eu já conheci. Não tem o que ficar inventando. Saber o que seu público consome, o que ele faz, e o principal, o que ele quer ouvir. O rádio não é repetitivo como algumas pessoas dizem, são os ouvintes que consomem as mesmas músicas.

Deixe suas considerações finais.
Valeu pela oportunidade de expor minhas opiniões e poder contar um pouco desses meus 12 anos de rádio nesta entrevista.

Bate-Bola

Eu sou: Marcelo Bonan
Mas poderia ser: Marcelo Bonan
Apelido: Cabeção
Locução, produção ou coordenação: os 3
Vinyl, cartucheira ou enter: Enter
Time do coração: Palmeiras
Amor: Minha esposa Celinha, meus pais e meu cachorro Flock
Música especial: As que ouço no meu carro
Um arrependimento: Só me arrependerei de alguma coisa que um dia eu não fizer
Uma grande lembranca: Meus avós e minha diabetes, ela eu não posso esquecer nenhum dia
Um sonho: Ser rico um dia, porque pobre todo dia é difícil
Sou grato ao: Luiz Carlos (o maior homem da minha vida)
Mais amigos ou colegas: Bons amigos e alguns colegas
Esporte: Pratico rádio pela manhã, a tarde faço uma série de rádio e a noite mais uma dose de rádio.
Marcelo Bonan by Marcelo Bonan: Do bem sempre, verdadeiro até demais.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Oksana Pochepa de 24 anos é a mais nova namorada de Mel Gibson. Ok?


Motoboys, mototaxistas, motoqueiros e motociclistas estão em maus lençóis


Foi aprovado na terça-feira da semana passada pela CCJ da Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei 2.650, do deputado federal Marcelo Guimarães Filho (PMDB-BA), que quer impedir que os motociclistas trafeguem nos corredores quando o trânsito estiver parado, em sinais fechados ou engarrafamentos. A proposta foi aprovada em caráter terminativo: se não houver um recurso que force uma votação no plenário da Câmara, o projeto seguirá para análise do Senado. Se for aprovado, segue para sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para motoboys, a proposta elimina a grande vantagem da moto, que é ter uma maior mobilidade entre veículos maiores. A justificativa do projeto é reduzir a possibilidade de acidentes envolvendo motocicletas. A cada 4 acidentes de trânsito no Brasil, 1 envolve motocicleta. O consultor de segurança em trânsito J. Pedro Corrêa cita dados do Ministério da Saúde: em dezembro do ano passado, a Secretaria de Vigilância do Ministério divulgou que, entre 1990 e 2006, o número de motoqueiros mortos subiu 2,52% no país, de 299 para 6.734. Em algumas avenidas em São Paulo foi adotado o corredor exclusivo para motos, mas por enquanto não tem surtido o efeito desejado. Essa história vai continuar dando pano pra manga!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Ronaldo Fenômeno é o novo líder do CQTeste


O jogador Ronaldo participou do quadro CQTeste, do programa "CQC", da Band, que foi ao ar na noite de ontem. O atleta do Corinthians surpreendeu ao marcar 241 pontos, o que o torna o líder do quadro entre os participantes deste ano. Ronaldo está à frente do jogador de futebol Richarlyson (com 122 pontos), o pugilista Maguila (121), a atriz Luana Piovani (112), e as gêmeas Bia e Branca, do nado sincronizado (-58). Nesse quadro, o convidado tem 300 segundos para responder a questões de conhecimentos gerais e raciocínio. Para cada resposta certa, o cronômetro é parado; para as erradas, 60 segundos são descontados do tempo. Os segundos restantes equivalem ao coeficiente de inteligência. Ronaldo acertou as cinco perguntas feitas por Rafael Cortez: quantas finais de Copa do Mundo o Brasil participou, o nome do arqui-inimigo do He-Man, o ano de fundação do Corinthians, o nome da presidente da Argentina e uma questão de lógica. Ao fim do teste, que acabou dividido em duas partes, Cortez não poupou elogios a Ronaldo. "Você que já foi artilheiro das copas, agora está detonando aqui e acabando com a ignorância do brasileiro ao mostrar que você não só joga bem, mas também é um crânio". Apesar da aparição do jogador no programa, os números no Ibope não foram assim tão expressivos.

Isabel Fillardis X Glória Coelho = Preconceito ou não?



A atriz Isabel Fillardis ficou estarrecida com o comentário da estilista Glória Coelho, que diz não saber por que negros haveriam de estar na passarela em eventos de moda. Fillardis analisa que o preconceito "é subliminar": - Ela não sabe que é preconceituosa. Eu vou crer nisso. Isso é preconceito. Ele só serve para servir, o negro. Para brilhar na passarela, para ser internacional, para ganhar dinheiro, como a Gisele ou como qualquer um, não pode. É horrível isso. Dói. Isso dói muito, sabe? E tenho pena. Eu tenho pena. Tenho, realmente. Reportagem de Paulo Sampaio publicada no domingo (12) pelo jornal Folha de S.Paulo aborda proposta do Ministério Público Federal de criar cotas para modelos negros na São Paulo Fasion Week, evento dos mais importantes de moda do país. Na matéria, Glória Coelho manifestou resistência à iniciativa. "Nosso trabalho é arte, algo que tem de dar emoção para o nosso grupo, para as pessoas que se identificam com a gente. (...) Na Fashion Week já tem muito negro costurando, fazendo modelagem, muitos com mãos de ouro, fazendo coisas lindas, tem negros assistentes, vendedoras, por que têm de estar na passarela?". Isabel Fillardis é hoje atriz global, mas começou a carreira aos onze anos de idade como modelo. Foi representada pela agência Ford Models, a mesma de tops como a israelense Bar Rafaeli. A atriz de 35 anos trabalhou com Paulo Borges, criador da SPFW, e também atuou no cinema. Diz agora que deverá "fazer coro à promotora" Déborah Kelly Afonso, autora do projeto de cotas na SPFW. Fillardis foi informada por telefone sobre o comentário de Glória Coelho e demonstrou profunda indignação. A atriz cedeu entrevista ao Terra essa semana.

Como avalia a proposta do Ministério Público de criar cotas para modelos negros em eventos de moda?
Essa discussão é muito ampla. Não existe só um ponto. Por um lado, o Paulo Borges (organizador da SPFW) está certo. Cada um tem o direito de escolha, de querer aquela ou aquele modelo na passarela, com a sua roupa. Mas existe a questão também, (de que) se a gente for colocar cota para tudo, onde é que vai estar a capacidade de cada um? Onde é que está o talento de cada um? A mesma coisa com cota na universidade. A coisa é muito mais profunda do que você simplesmente gerar uma cota para o negro poder trabalhar, seja em qual profissão for, em qual área for. Eu acho que tem que haver outro tipo de discussão. Discutir o por que do preconceito, de onde vem este preconceito, como é que a gente faz para eliminar este preconceito. Porque é uma coisa que está muito mais no subconsciente das pessoas. O preconceito não é uma coisa visível. E se você discutir com alguém, ninguém diz que tem preconceito e nem o por que de ter o preconceito. A questão do preconceito racial vem há tanto tempo, é tão enraizado, que ficou incutido no subconsciente das pessoas que o negro não é capaz de pensar, não é capaz de produzir por si próprio. O negro só serve como burro de carga e o negro é fedido, o negro tem cabelo duro... E por aí vai. Então, como é que a gente faz para mudar a cabeça das pessoas? Porque muita gente pensa assim. Entendeu, filha? Muita gente, que está ali, que é empresário, pensa dessa forma.

Um jeito de começar a discussão e mudar essa mentalidade é a inclusão por cotas para negros? A inciativa é válida?
É válida até certo ponto. Eu acho que não adianta você pegar e impor, tanto para uma universidade ou um empresário, sem pegar este empresário e discutir o por quê. Eu acho que tem discutir com as pessoas por que elas não me escolhem, ou por que elas têm preconceito. Não só perguntar para nós, negros, o que a gente poderia fazer para mudar isso. Porque a gente quer trabalhar. A gente se vê como igual, e eles não nos veem como igual. Por que não? Onde é que está isso (a discriminação)? Você tem o direito de não me contratar para a sua empresa, mas você não pode me pré-julgar pela minha cor. É muito diferente. Você pode dizer para mim que eu não sou capaz, ou que não estou apto a fazer parte do seu casting, ou da sua empresa. Mas você tem que me explicar o por quê. No Brasil a gente não admite isso porque é o país mais miscigenado do mundo.

É difícil qualificar quem é e quem não é negro.
É dificíl você dizer quem é e quem não é negro. A não ser que a pessoa tenha realmente a pele bem negra. Tem tanta mistura. Então fica complicado. Eu acho que tem que chamar todos estes estilistas e quem interessar e discutir.

A visibilidade destes eventos podem fazer uma modelo muito compentente superar a barreira que o fato de ela ser negra traz?
Eu acho que sim. Aí entra a questão da cota, que é a questão da oportunidade. A gente só vai conseguir enxergar estes talentos quando forem dadas as oportunidades. Impostas ou não. Através de cotas ou não. Não tem como você descobrir talentos se você não dá a oportunidade, em qualquer área. O que eu coloco é o empresário ser obrigado a contratar o negro por conta de cota e a pessoa falar: "caraca, cadê meu talento? Eu estou aqui porque foi obrigado colocarem a cota". A autoestima deste negro, como é que fica? Alguns aceitam muito bem, outros não aceitam muito bem. Isso é muito dividido. Eu já ouvi várias opiniões. Eu já ouvi opiniões de negros falando "eu não aceito cota. Eu quero que a pessoa me reconheça pelo meu valor".

Você se sentiria bem em ser contratada por cota?
Não, não. Eu sei que eu sou capaz. Se eu tiver que fazer um teste para me escolherem, eu prefiro fazer o teste do que ser colocada por cota. Se o cara fala para mim: "não, Isabel, você não passou no teste, você não me agradou, eu acho que você não está para fazer...", é uma coisa. Agora o cara nem me dar a oportunidade de eu mostrar o meu trabalho porque eu sou negra, aí não, aí eu não concordo, aí é complicado. Acho válido fazer uma discussão, promover um fórum, um bate-papo, seja lá o nome que a gente queira dar, e convocar as pessoas cara-a-cara para discutir.

Glória Coelho disse que "na Fashion Week já tem muito negro costurando... por que têm de estar na passarela?". Como você recebe este comentário?
A Glória Coelho falou isso? Está vendo, minha filha, aonde está o preconceito? Eu não preciso nem responder nada... Eu fico pasma. O negro só pode ser serviçal, você está entendendo onde está o preconceito? Está no subconsciente das pessoas. É subliminar. Ela não sabe que é preconceituosa. Eu vou crer nisso. Isso é preconceito. Ele só serve para servir, o negro. Para brilhar na passarela, para ser internacional, para ganhar dinheiro, como a Gisele ou como qualquer um, não pode. É horrível isso. Dói. Isso dói muito, sabe? E tenho pena. Eu tenho pena. Tenho, realmente.

Muitas modelos negras já brilharam na passarela.
Muitas, muitas. A gente tem mais graça, mais cor, tudo o que coloca na gente fica bonito. Porque a nossa tez pede cores, pode até usar preto que também cai bem. Eu não vejo essa coisa... O preconceito está na questão de avaliar, de nos avaliar, como se a gente fosse menos que gente. E aí só respeitam, aí vem o outro lado, só respeitam o negro na sociedade aqueles que tem um nível social um pouco melhor. Porque aí tem que respeitar, não vai ter como. Eu quero ver alguém dizer para mim que eu tenho que ficar lá costurando. Vai dizer isso para mim. Ninguém vai dizer. Pode até pensar, mas não vai falar. Não tem peito para falar, não, filha. Que coisa triste. Só teve a declaração dela, ou teve de outras pessoas?

Não. Alexandre Herchcovitch, por exemplo, diz que nunca excluiu modelo por causa de cor. O que eles discutem é se a modelo interfere na recepção pelo público da roupa apresentada. Glória Coelho diz que a criação deve emocionar "o nosso grupo, as pessoas que se identificam com a gente".
Olha só. Ela está escolhendo o modelo para representar sua criação. Ela está visando o cliente. Então ela está querendo dizer que o cliente dela não iria gostar de ver o negro usando a roupa dela. É isso o que ela está querendo dizer. É terrível! Estou assustadíssima com isso. Estou mesmo, estou pasma! Caramba. Olha, é uma pena. É uma pena. Eu acho que tinha que pegar essas pessoas e debater. Sei lá. Agora eu tenho até que fazer coro para a promotora.

Isso vai dar muito pano pra manga, como sempre!

DJ Julinho Oliveira traz Jean Claude Ades no Spasso Buffet dia 30 de abril


Jean-Claude Ades, also known as Krystal K and J.C.A. is a Italian-working in Germany- electronic music producer, specialising in house and electro music. Particularly noted for his work with pop and dance vocalist, Dannii Minogue, Ades co-wrote and produced Minogue's biggest hit "I Begin To Wonder" and three further tracks "Come And Get It", "Feel Like I Do" and "Free Falling". Ades has become a big name in the dance music scene, making famous remixes of songs. His better known remixes include that of Coburn's "We Interrupt this Programme", Tomcraft's "Da Disco", The Roc Project's "Never (Past Tense)" and iiO's "At the End". Ades' most recent hit singles include "Some Day" and "Fly Away" played on the radio station Sete Colinas-Brazil.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Espirrar também conota excitação erótica, sabia?


Para a maioria das pessoas, o espirro é apenas irritante e pegajoso, mas um estudo realizado por cientistas britânicos afirma que este processo pode ser uma sutil manifestação de excitação erótica. De acordo com as investigações, os espirros também possuem conotação sexual para algumas pessoas. Os pesquisadores decidiram investigar o curioso fenômeno depois que descobriram o caso de um paciente que espirrava descontroladamente quando pensava em fazer o vuco-vuco. Ao longo das análises, a dupla também constatou os casos de 17 mulheres e homens com comportamentos parecidos por meio de chats na Internet e de outras três pessoas que sofriam os espirros depois de terem um orgasmo. Uai tô doido, então! Então quer dizer que se eu dentro do busão, der um espirro, é por que estou com vontade de fazer saliência. Ainda bem que eu espirro de boca fechada!

Enxaguatórios bucais podem causar câncer na boca e faringe


O cirurgião-dentista Marco Antônio Manfredini, pesquisador da Faculdade de Saúde Pública da USP (Universidade de São Paulo), baseado em informações da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos disse que o uso frequente de enxaguatórios bucais com álcool aumenta os riscos de câncer de boca e da faringe. Uma revisão científica publicada no fim de 2008 na revista da Academia Dental Australiana compilou estudos do mundo todo que encontraram essa relação. De acordo com os pesquisadores, há evidências suficientes para aceitar a ideia de que enxaguatórios bucais com álcool contribuem para aumentar a taxa de câncer oral.
Grande parte dos produtos comercializados no Brasil contém 26% de álcool. Um estudo brasileiro realizado com 309 pacientes e publicado no ano passado na "Revista de Saúde Pública" também encontrou a mesma associação. Devido a isso e o fato de que enxaguatórios bucais, não serem necessários para a saúde da boca, o doutor Marco Antônio recomenda aos consumidores, evitarem ou escolherem melhor esses produtos. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), fabricantes são obrigados a informar na embalagem a presença de álcool na composição. O álcool presente nos enxaguantes contribui para o aumento das taxas de câncer oral de forma similar às bebidas alcoólicas e sabe-se que o álcool é o segundo fator de risco para a doença, depois do tabagismo, aumentando de cinco a nove vezes os riscos. Vale então ficarmos atentos.

domingo, 12 de abril de 2009

Temporada de MotoGp 2009 começa bombando





sábado, 11 de abril de 2009

Tem vibe do DJ Mark & Friends dia 20 em SP e 16 de maio em Franca/SP


Flo Rida divulda seu telefone para os fãs ligarem


Flo Rida fez uma coisa inusitada! O cara divulgou seu número de telefone para que os fãs possam ligar para ele agradecer pessoalmente todo o apoio do público. O rapper ainda contou que está muito feliz em falar com os fãs e pede para que todos mandem mensagens de texto! Right Round de Flo Rida & Katy Perry está bombando na programação da Sete e o cantor garantiu que vai retornar para todos os fãs como uma forma de agradecimento por comprarem seus discos. Então se liga, se seu telefone tocar pode ser o Flo Rida! Cadê o número cabeção, pra eu ligar?

Peta pede para o Pet Shop Boys mudarem de nome


A associação de defesa dos animais Peta (People for the Ethical Treatment of Animals) pediu que a dupla Pet Shop Boys troque seu nome para algo mais "politicamente correto". A banda publicou em seu website na quinta-feira (9) um comunicando recusando o pedido. "Queridos Neil e Chris, vocês possuem muitos fãs fiéis do Pet Shop Boys aqui na Peta. Vocês poderiam considerar mudar o nome de Pet Shop Boys para Rescue Shelter Boys?", perguntou Yvonne Taylor, porta-voz do Peta, em uma carta. A dupla, cujos sucessos incluem "West End Girls", "It's a Sin" e "Suburbia", recusaram o pedido, declarando "não poderem aceitar" o pedido, mas "levanta questões a serem pensadas".

Wanessa Camargo lança clipe com Ja Rule e realiza sonho de tocar também na Pan


O videoclipe da música "Meu Momento/Fly", dueto gravado por Wanessa Camargo e o rapper Ja Rule, começou a ser divulgado na internet nesta semana. O clipe foi gravado no club Royal, em São Paulo, uma casa noturna que pertence ao marido da cantora, Marcus Buaiz. A direção ficou a cargo de Gustavo Bonafé e Johnny Araújo (responsável por "O Magnata", baseado em roteiro de Chorão, do Charlie Brown Jr.) "Fly" faz parte do novo álbum de Camargo, que mudou o visual, tingindo os cabelos de loiro. A versão nacional está rodando na programação da Sete FM e aliás com isso, Wanessa também realiza um antigo sonho que é ver uma música sua rodando na programação da Jovem Pan 2. Mas recentemente ela esteve na Metropolitana cedendo entrevista. Cartada certeira essa, hein? Talvez ela já tenha enchido o saco de tanta música sertaneja em casa! Dá um bico no clipe: http://www.youtube.com/watch?v=Et3jojKoN10 Nos comments do clipe, teve gente que não gostou ou que achou a cantora muito comportada e meio sem "liga" com o gringo. O que você achou?







Marcas de fones de ouvidos são testadas e avaliadas


Os fones de ouvido que acompanham tocadores de MP3 têm estilo e ganham em praticidade, mas não são os mais recomendados para uma audição de qualidade. Não seguram o som pesado dos graves, ficam caindo o tempo todo e, para piorar, não bloqueiam ruídos externos tão bem quanto os que cobrem as orelhas. Mas, até por serem mais eficientes no isolamento do som, os fones maiores precisam ser usados com cuidado, segundo Ricardo Testa, otorrino da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). O ideal é deixar o volume em no máximo 60% da capacidade. O otorrino diz que ouvindo o som mais alto, podemos ficar com o fone, no máximo por 30 minutos. Foram testados cinco desses fones, das marcas Bose, Sony, Pioneer, Bang & Olufsen e Sennheiser, cada um em um trecho da ponte aérea Rio-São Paulo, para avaliá-los dentro do avião. Além do isolamento acústico, foram analisados beleza, durabilidade, conforto e qualidade de reprodução do som. Dá um bico nas constatações. Eu como apaixonado por fones de ouvido, adorei a idéia de avaliação. Só faltou mesmo o fone da Behringer.


Um dos poucos negros no programa, Guilherme Aragão "pisa na bola"e sai do Aprendiz Universitário


O senhor Guilherme Aragão Bessa do Sacramanto, 22 anos, morador de São Vicente/SP estudante do 3º semestre de Comunicação Social/Jornalismo, dizia que tinha facilidade para se comunicar e se inscreveu no programa "porque tinha capacidade de vencer". Mas o que se viu, infelizmente, foi uma "pagação de mico total". Não sou bairrista e muito menos costumo levantar bandeira, mas esperava-se muito dele - como também se espera da mais discreta, Mariana Marinho de São Gonçalo/RJ - pelo fato de estarem representando a comunidade negra que tão pouco aparece nos programas de televisão brasileiros. Na verdade, achei que nem haveria participantes negros neste Aprendiz Universitário, mas me surprendi quando soube. Só fiquei chateado pelo fato do senhor Guilherme simplesmente não ter tido o comprometimento que se deveria em um programa desses e ainda se tornar personagem de fatos pitorescos no primeiro dia do programa que foram ao ar na última quinta-feira. Eu acho que quando uma pessoa se compromete a participar de um programa assim, ela tem que se focar no que for pedido e dar o máximo de si, mas não foi o que o senhor Guilherme fez. Aliás, muito me incomodou o seu deslumbramento por participar de um programa de TV. Representando o negro como um todo, seu papel simplesmente foi ridicularizado no programa e o que dirá, "lá na sua quebrada!". Uma; pelo fato de começar a cantar durante uma prova em que todos estavam levando a sério e comprometidos, Duas; o fato de um universitário escrever a palavra LOUNGE, como ele escreveu: LOUNDGE em um email e depois ter a capacidade de dizer que a palavra era desconhecida do seu vocabulário. Ora! E tem mais: e o fato pitoresco dos 500 reais terem aparecido no seu bolso ao invés de terem sido pagos para gráfica? Todo mundo achou que os serviços prestados pela empresa tinham sido pagos, quando de repente, se descobre que o dinheiro não foi repassado e mais ainda, aparece em seu bolso. Pelo amor de Deus! Está aí mais uma pessoa, como esse rapaz, para reforçar a tese dos CONTRÁRIOS de plantão, de que "preto quando não caga na entrada, caga na saída". Senhor Guilherme, você cagou na entrada. Eu simplesmente fiquei horrorizado pelo que vi. Roberto Justus, ainda tentou apaziguar as coisas, dizendo que ele de longe era o mais simpático participante do programa, mas não teve jeito. Justus como empresário e enérgico como só ele, não se bastaria em ter um funcionário, somente simpático e bobão. Ele simplesmente deu brechas - 3 - para que fosse totalmente tripudiado e excluído de um programa onde a maioria - inclusive o senhor do programa - é branca e de classe prevalescente A e B. Me desculpe, mas é a simplesmente a verdade. Não se incomodem! Será que o senhor Guilherme, não dava pra representar melhor a grande maioria do Brasil que é negra e pobre e também a faculdade que ele estuda lá em São Vicente? Eu acho que dava sim. Acho que você também pode ser simpático sim, mas em um programa onde o prêmio é de 1 milhão de reais e um trampo com salário de 10 mil mensais é para o vencedor, no mínimo, deve-se levar mais a sério. O que eu vi, foi uma pagação de mico total, no qual um rapaz deslumbrado de cor negra, reforçou a tese de que todo negro, continua despreparado culturalmente, educadamente e musicalmente. Quem quer saber, que ele quer ser feliz e andar tranquilamente na favela que ele nasceu? Putz! Me revolto muito com isso, pois infelizmente, o Povo Preto no Brasil, ainda não tem em quem muito se espelhar definitivamente em outros setores profissionais, a não ser no futebol e no samba/pagode. E aqueles poucos que se propõem a serem espelhos, na sua grande maioria, como esse senhor Guilherme, estão despreparados. Guilherme acorda pra vida, meu velho! No Brasil, o negro nunca pode empatar com seus "concorrentes", querido. Saiba que em tudo na vida, quando o negro empata, ele também é derrotado e mega pisoteado. Agora quando ele é aceito, é porque venceu o "concorrente" disparadamente na frente, a léguas de distância. O negro no Brasil, precisa entender que é com estudo, educação, dedicação e muita luta, que se pode conquistar um lugar ao sol. Nada de reclamar mais atenção ou isso e aquilo. Mostrar que somos capazes, também é o objetivo. Eu conquistei o meu, sem deslumbramento, mas com muito trabalho e dedicação. Só que a batalha continua, sempre, pois infelizmente, todo dia, a gente tem que estar provando alguma coisa ainda e reforçando a mente dos "contrários" de plantão. Mariana, não é pressão querida! Mas restou a você, trilhar um caminho melhor, representando nós negros, neste programa tão concorrido. BOA SORTE!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Gene Simmons do Kiss deixa seu autógrafo em Sabrina Sato

Nana Gouveia sai de novo na Playboy e daquele jeito!


A modelo Nana Gouvêa está na capa da revista Happy Hour, uma edição especial da Playboy, que chega às bancas no próximo dia 24. Nana foi fotografada pela americana Autumn Sonnichsen. Nana considerou esse o ensaio mais ousado de toda a sua carreira. As fotos foram feitas em um apartamento do edifício Copan, prédio que é ponto turístico em São Paulo. Apesar do medo de altura, Nana foi clicada sem roupa e com sandálias altas no parapeito de um imóvel no 18º andar.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Kiss fez show em SP para 30 mil pessoas


Colunas de fogo, fogos de artifício saindo da guitarra, sangue, chuvas de papel picado e vôos sobre a platéia foram suficientes para satisfazer os fãs da banda que estiveram no Anhembi, em São Paulo, ontem. Nesta soma ainda entram as máscaras de maquiagem usadas pelos integrantes, copiadas por dezenas de fãs, e os diversos sucessos dos 35 anos de carreira, celebrados na turnê Alive 35. Além dos efeitos, os performáticos Paul Stanley e Gene Simmons, únicos da formação original do Kiss, também não economizaram em seus gestos exagerados. Interagindo sempre com o público e as câmeras que geravam imagens para os telões, Simmons esticou por diversas vezes sua língua e deu lambidas em seu baixo para o delírio do público. O baterista Eric Singer e o guitarrista Tommy Thayer completam o quarteto.

O Show
Depois da abertura da banda brasileira Dr. Sin, um seqüência de músicas esquentou o público antes da apresentação. Ao tocar Won't Get Fooled Again, um clássico da banda The Who, uma gigante bandeira se abriu cobrindo o palco no momento exato de um grito de "yeah" de Roger Daltrey. Poucos segundos depois de ser aberta, a bandeira desceu para a banda abrir com Deuce. O cenário do palco, com o fundo repleto de amplificadores e o letreiro com nome do grupo, pouco a pouco foi mostrando todos seus efeitos. Colunas de fogo e fumaça logo tomaram conta do espetáculo em sincronia com a apresentação. "Todos estão se sentindo bem, sentindo vontade de ficarem loucos? Estamos com saudades de vocês, São Paulo", gritou Paul Stanley, que falou constante com o público nos intervalos entre as músicas. Tanto falatório até rendeu vaias para o guitarrista. "Amanhã vamos tocar no Rio", disse antes de ser interrompido por uma vaia da platéia paulista. Ao tocar Hotter Than Hell, foi a vez Gene Simmons ser o centro das atenções. O baixista cuspiu fogo enquanto as colunas de chamas tomavam conta do palco junto com sirenes localizadas no topo dos amplificadores. Em um dos próximos "atos", Tommy Thayer fez um longo solo e disparou fogos de artifício de sua guitarra. O estouro de um destes rojões fez com que um dos telões, que enfrentou problemas deste o início da apresentação, ficasse prejudicado por alguns minutos. Na vez de Eric Singer, também após um solo, a parte do palco que sustentava sua bateria "decolou" com jatos de fumaça na parte inferior.

Stairway To Heaven
Antes de tocar Black Diamond, um dos maiores clássicos da banda, Paul Stanley foi ao microfone e tocou a introdução de Stairway To Heaven, do Led Zeppelin. Embora o público tenha iniciado um coro com a letra, o guitarrista interrompeu os acordes e iniciou a música do Kiss.

Chuva
Embora a meteorologia tivesse previsto que poderia chover durante a apresentação, a única chuva que se viu foi de papel picado. Para encerrar a primeira parte, a banda soltou Rock 'n' Roll All Nite e utilizou todos os recursos e mais colunas de fumaça com jatos de papel picado disparados do palco e da torre de som entre a pista VIP e a pista normal.

Bis
O Kiss guardou seus maiores trunfos para a parte de encerramento do show. Depois da breve pausa, a banda retornou ao palco com uma bandeira do Brasil e saudou o público tocando Shout It Out Aloud e Lick It Up. Para fechar a série de efeitos visuais, o grupo reservou para a etapa final dois "vôos". Primeiro foi a vez de Gene Simmons ser içado por cabos de aço e subir para um palco na parte superior do palco, quase no "teto" da estrutura montada para a apresentação. Depois Paul Stanley foi levado sobre a platéia para uma estrutura próximo das torres de som de onde cantou uma música inteira antes de retornar ao palco pelo mesmo cabo e fechar o show com Detroit Rock City. Ainda há ingressos para o show de amanhã no Rio.

Isabeli Fontana quer se casar com Falcão do Rappa. O que você acha?

Moleque gordinho de Harry Potter é pego com maconha


O ator Jamie Waylett, o Vincent Crabbe dos filmes do bruxinho Harry Potter, foi preso pela polícia britânica, que encontrou oito sacos com maconha no carro em que ele dirigia junto com um amigo, informou o tabloide "The Sun". A polícia de Londres também encontrou na casa de Waylett, 19, dez pés de maconha avaliados em mais de R$ 6,5 mil. Waylett e seu amigo, também de 19 anos, foram detidos por apresentar comportamento suspeito, de acordo com o tabloide. O ator é conhecido pelo papel de Vincent Crabbe, um dos amigos brutamontes do vilão Draco Malfoy, da série "Harry Potter". E agora gordinhooooooo! Sifu!

Vivi Brunieri teria engordado de depressão, por causa de Ronaldo


Viviane Brunieri, conhecida como ex-Ronaldinha, culpa o ex-namorado, o jogador corintiano Ronaldo Fenômeno, pela depressão que lhe fez engordar 15 quilos. Segundo a atriz, isso aconteceu porque o jogador proibiu a circulação de seu filme pornô, Minha 1ª Vez, feito com um sósia dele. Para perder peso, Viviane se internou em uma clínica e estaria muito chateada. A atriz disse que com o dinheiro da venda do filme, ela ajudaria criancinhas necessitadas. Ah tá! E aí, você acredita?

terça-feira, 7 de abril de 2009

Spray pode prolongar ereção e evitar ejaculação precoce


Uma equipe internacional de urologistas testou com sucesso, em 200 homens com problemas de ejaculação precoce, um spray que, aplicado cinco minutos antes do ato sexual, atrasa seis vezes o momento do orgasmo, segundo um estudo publicado no British Journal of Urology. O spray, desenvolvido na Irlanda do Norte, é composto por lidocaína e prilocaína, dois anestésicos e pode entrar no mercado em dois anos. Ele foi testado em 31 hospitais, no Reino Unido, na República Tcheca, na Hungria e na Polônia durante três meses, em um grupo de 300 homens, 200 dos quais utilizaram o spray verdadeiro e outros 100 um placebo (similar sem efeito). O tempo transcorrido entre a penetração e a ejaculação aumentou, em média, de 36 segundos para 3 minutos e 48 segundos no grupo medicado. Embora tenha aumentado 6,3 vezes, a duração média do ato sexual nestes pacientes não chegou a alcançar o tempo de cinco minutos de antecedência no qual eles precisam aplicar o spray. Entre os que aplicaram o spray falso, o efeito meramente psicológico também aumentou o tempo médio da relação, mas apenas para 1 minuto e 6 segundos, em média. A ejaculação precoce pode causar angústia e frustração em quem sofre delas, como conta o principal responsável pelo estudo, o professor Wallace Dinsmore. Agora a galera tem mais 3 minutos e 48 segundos pra virar o zoinho! Rsrsrsrsrsrsrsr.

Claudia Leitte é destaque no Carnafacu de Itu que acontece dia 19 de abril

Negra Li grávida, vai gravar clipe com Akon


Grávida de 4 meses e meio, Negra Li foi escolhida pelo americano-senegalês Akon para dividir com ele os vocais no videoclipe de Beautiful, música de trabalho do rapper, executada na programação das rádios brasileiras. Negra Li disse que Akon é um fenômeno e que só produz sucesso. Ela embarcou encantadissíma na semana passada, para o México, onde viveu horas de diva, com direito a nome na porta do camarim-trailer. Os dois se deram muito bem e a cantora não deixou de enfatizar, que Akon sempre que podia, estava olhando as suas pernas. Rsrsrsrsrs. Negra Li feliz e muito bem casada, agora acha que esta é a oportunidade do mundo inteiro conhecer sua voz. Autor dos sucessos Smack That e Right Now, Akon gravou ainda na terça-feira dia 31 com a cantora mexicana e ex-RBD Dulce María. As versões renovadas do vídeo ainda não têm previsão de estréia. Negra Li é paulista, tem 29 anos e nasceu Liliane de Carvalho e vai ser mãe pela primeira vez. Solista do coral da Universidade de São Paulo, ela estuda música e piano e é considerada uma das musas do rap nacional com sua bela voz de contralto. Moradora da Vila Brasilândia - zona Norte de SP, Negra Li começou a se interessar pela música ainda na infância. Nessa época, cantava músicas evangélicas da igreja. Quando adolescente, imitava Whitney Houston, foi a partir desse momento que passou a ouvir mais a black music. Aos 16 anos, interessou-se pelo rap. Negra Li iniciou sua carreira musical com o grupo de rap RZO, em seguida iniciou parceria com o rapper Helião, e recentemente a cantora se lançou na carreira solo, a qual iniciou-se com o lançamento do CD Negra Livre. Mesmo com esse histórico, não estava em seus planos a vida musical de cantora. Pretendia ser uma modelo. Hoje, com projeção nacional, Negra Li agradece à mãe, professora do município de São Paulo, que lhe deu a oportunidade de ter um boa formação escolar, assim justifica seu sucesso. Ainda mora com a mãe na Vila Brasilâdia, bairro periférico da Zona Norte da cidade de São Paulo, e tem quatro irmãos. Em 2006, estrelou como Preta, o filme de Tata Amaral, Antônia, que, no ano seguinte, virou uma seriado homônimo na TV Globo. Participou dos discos de Charlie Brown, Jeito Moleque, Tom Jobim, Nando Reis, Martinho da Vila, Belo, Skank e D'Black.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Rodrigo Tubaraum X Marcelo Café da Jovem Pan: em uma superentrevista


Eu tive a honra de tempos atrás, entrevistar um dos grandes nomes do rádio paulistano. Confira comigo na íntegra a entrevista com Marcelo Café, um dos principais locutores da Jovem Pan 2 de São Paulo.

Como você surgiu para o rádio e há quanto tempo está na carreira?
Dizem que nasci para isso. Desde pequeno, eu narrava em voz alta meus próprios jogos de futebol de botão. Era fã de uma grande rádio no início dos anos 80, a Cidade; apesar de já ouvir a Pan no finalzinho dos anos 70. Então resolvi aparecer por lá em 81 pra conhecer e fiquei fascinado. Comecei a "frequentar" a rádio até ser escalado pra fazer as promoções de rua em troca de prêmios. Fui me apaixonando e, ao mesmo tempo, aprendendo muito e recebendo elogios até da minha voz, que começou a querer engrossar meio que precocemente. Rsss. Mas só em 1987 comecei profissionalmente como locutor em Campinas. Agora vocês decidam e façam as contas. Cconto desde 81 ou 87? Rsrsr. Entrei na Pan em Abril de 1991 e nunca mais saí, rsrs. E nao posso deixar de citar um detalhe importantíssimo: minha mãe e meu falecido pai sempre me corrigiam quando falava ou escrevia errado. Hoje, me incomoda ao extremo quando vejo alguém escrevendo ou ouço alguém falando errado. Isso só veio a somar desde quando entrei pro rádio.

O que você fazia antes do rádio?
Trabalhava como Dj de um bufett grande em São Paulo, chamado New Palace de meu amigo Luís. Foram 8 anos e meio aprendendo a tocar música pra todas as faixas etárias em todo tipo de festa que se imagine. Isso me ajudou muito a ampliar meu conhecimento musical.

Quais foram os seus inspiradores profissionais no começo?
Era fã incondicional do locutor Tavinho Ceschi da rádio Cidade. Depois tive váriosssss padrinhos, dentre os quais, Bob Floriano que teve a paciência de sentar várias vezes comigo e explicar como tudo funcionava. Apesar de termos nos afastado pelos rumos que a vida toma, é um cara que admiro muito e, para que vocês o identifiquem, hoje é o locutor das casas Bahia e a voz padrão do E! Entertainment Television.

Algumas vozes da Velha Guarda que ainda ti fazem arrepiar?
Não o conheço pessoalmente, mas tiro o chapéu pra voz do Ferreira Martins!!!

Você além de rádio, tem pensado em fazer trabalhos na televisão?
Sempre!! Faço quase 2 anos de Tv pro Japão, gerada pela Globo Internacional. Tenho pilotos e pilotos gravados. Meus amigos profissionais sempre me dizem que tenho que ir pra Tv, mas sei lá... Acho que tenho medo, somado ao comodismo, mas vontade nunca me faltou. Faltou sim, um Beto Rivera da Tv. (Vocês irão entender, mais adiante na entrevista) rsrsrs.

Lembra de algo curioso no rádio que sempre te traz muita alegria?
Imaginem vocês trabalhar numa rádio como a Pan há mais de 16 anos. A maior rede de rádio do país, que inaugurou sua rede via satélite comigo pra cidade de Piracicaba/SP as 10 da manhã (só não me lembro a data precisa rsrs). Perdi o sono na noite que antecedeu a estréia de tão nervoso que eu estava. A rede se transformou na maior do Brasil em pouco tempo .Imaginem o turbilhão de alegrias que essa jornada já me deu, como viagens, trabalhos, reconhecimentos e etc etc etc...

Acredita que os grandes centros ainda são a coqueluche do rádio para se ter sucesso profissional?
Sim. Nos grandes centros estão as grandes redes que podem fazer o nome da rádio ficar nacionalmente conhecida; projetar apresentadores; criar fórmulas copiadas por rádios de todo país e até do mundo. Uma vez um amigo me chamou e mostrou um "vinhetão" de uma rádio da Europa com trechos de apresentadores e músicas de grandes rádios pelo mundo. Não é que tinha um trecho da Pan e comigo falando? Falei: "Caraca"!!!! rs.

Você aceitaria uma proposta para vir trabalhar no interior e afastar-se da violência das maiores cidades?
Lógico!!! Amo SP! Mas tá complicado por aqui. Mas olha, tem que ser A PROPOSTA!!! rsrsrs.

O que ainda te impressiona positiva e negativamente no rádio?
A frase que direi resume: antigamente a rádio dependia muito mais do locutor do que hoje, pois hoje, o locutor depende da rádio. Raríssimas exceções, hein?

Gostaria que seu filho seguisse a mesma carreira no rádio?
Não!!! Preferiria que ele tivesse outra opção profissional. Mas, se ele quiser, terá toda a minha força!

Quero uma opinião sua sobre as novas tendências do rádio. Como por exemplo, a Web Radio e rádio Digital.
Sinceramente, apesar de já ter batido um papão com nosso chefe de rede sobre isso, ainda não tenho dados suficientes pra opinar, especialmente sobre a radio digital. Hoje em dia a velocidade com que tudo acontece é tão grande, que chega a assustar. Mas ainda acho o rádio o melhor e mais rápido veículo de comunicação que existe.

Algo que conquistou, está conquistando e gostaria de conquistar num futuro próximo.
Nesses anos todos de Pan, conquistei o "Marcelo Café da Jovem Pan" rs. Virou quase que meu nome inteiro, rs. Acho isso o máximo!!

O que tem ouvido ultimamente de rádio?
Po, Jovem Pan, né? rs.....

O que diria sobre a profissão, para os mais novos na carreira?
Sempre me pedem dicas e sempre dou a mesmissíma resposta: sejam naturais no ar!!! O resto vem.....

Sua fórmula para uma grande rádio ter $uce$$o.
Se eu tivesse uma, teria minha própria rádio e tava rico, rs.

Chegamos ao fim, agradeço a você de montão, mas... suas considerações finais.
Eu quem agradeço Rodrigo a honra da escolha. Para aqueles que querem o rádio como opção profissional, sigam em frente. Desistir? Nunca! Perseverança? Sempre!

Bate-Bola Rápido
Eu sou: o profissional mais perfeccionista que já vi atuando...... pago caro por isso!! Saúde! rs.
Mas poderia ser: um cara calmo, tranquilo, rico, muito rico, milionário, rsrsrs.
Rádio: JOVEM PAN 2 com letras maiúsculas mesmo. Sem puxar saco, devo tudo até aqui a ela.
Time do coração: Coringão...... ou coringuinho, sei lá, do jeito que vai, rsrsrs.
Jovem Pan FM: Minha segunda casa....... as vezes, a primeira mesmo rs.
Programa e Horário: SP seg a sexta 18 as 22h.
Amor: pois é........ daria um livro, rs........ palavrinha curta e complicada.
Música especial: Sou romântico! Adoro Barry Manilow e tenho um sonho de vê-lo em Las Vegas. Nunca consegui. Mas irei! Brega, né? Mas autêntico!
Um arrependimento: Não me lembro agora de ter tido um significante.
Um sonho: Casar, ter filhos e ser feliz!!! Comum? Não! É o básico!
Sou grato ao: Beto Rivera! O diretor que acreditou tanto em mim, que insistiu 2x quando eu não quis aceitar entrar na Pan. E ,depois de contratado, ele me disse que insistiu porque ele também havia sido problemático no seu início profissional e teve alguém que também acreditou nele. Nunca mais esqueci isso!! Sempre que o encontro, merece meu abraço!!!!
Mais amigos ou colegas: Graças ao bom Deus e ao meu São José, meu protetor, tenho uma boa dose de ambas as partes.
Esporte: Tênis!!! Amo!!! Jogo todo fim de semana! Complicado foi, uma vez, jogando de dupla e tendo o Tutinha, dono da Pan, como meu parceiro, eu ter errado 3x uma jogada parecida, ter tomado um esporro dele na quadra. Hahahahahah. Foi hilário!! Pensei: "Putz, o que eu falo agora? " hahaha
Marcelo Café by Marcelo Café: Ohhh lindão!!! rsrs... É como me chamam na rádio. Querem saber o por que? Perguntem a eles, rsrsrs.

Revista Playboy cagueta noitada de Ronaldo em Pres. Prudente


A revista Playboy de abril apurou o que aconteceu na noitada de Ronaldo no dia em que ele voltou para a concentração do Corinthians, em Presidente Prudente, às 5h da manhã. A transgressão rendeu ao craque uma multa por exceder o horário estipulado pelo time em seis horas. Além de ter se esbaldado em uma famosa boate da cidade, o jogador ainda teria tentado levar uma garota de programa para um dos quartos do hotel que hospedava a delegação corintiana. Cientes das regras da concentração, os dirigentes e seguranças teriam tentado dissuadi-lo da idéia. Visivelmente embriagado, o Fenômeno teria brigado até conseguir um quarto para ficar sozinho com a garota de programa. Constrangida com a discussão, a moça teria voltado para a boate. A reportagem relata que a garota levada ao hotel foi a terceira com que Ronaldo subiu para a suíte da boate. Os dois permaneceram no quarto por quase duas horas, o que deixou os seguranças do astro preocupados. A matéria está na Playboy de abril, que chega às bancas amanhã (terça-feira). Será que bebasso que nem uma mula, Ronaldo deu conta do recado? A mina disse que ele fez o que pôde! Rsrsrsrsrsrsrsr!

Você sabia que o nosso salário deveria ser de mais de 2.000 Reais?


É verdade! O salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, deveria ser de R$ 2.005,57 - valor 4,31 vezes maior que o mínimo vigente (R$ 465) -, segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgada nesta segunda-feira. Com a queda do custo da cesta básica em 15 de 17 capitais no último mês, o mínimo estipulado pelo Dieese também recuou. Em fevereiro, o piso era estimado em R$ 2075,55. Já no mesmo mês de 2008 o valor era de R$ 1.881,32 (4,53 vezes o mínimo de R$ 415). Em março, o trabalhador que ganha salário mínimo precisou cumprir uma jornada média de 96 horas e 28 minutos para comprar uma cesta básica. Em fevereiro, a mesma compra exigia 100 horas e 21 minutos, enquanto em março de 2008 eram necessárias 102 horas e 16 minutos. Agora, vai falar isso pro governo, fiooo!

sábado, 4 de abril de 2009

Akon vai compor o tema oficial da Copa da Africa


Akon declarou em entrevista que ele próprio vai compor o tema oficial da Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. O cantor, que está em passagem pelo México para promover o disco ‘Freedom’, afirmou que também vai escolher a programação musical e os artistas que se apresentarão na cerimônia de abertura. Akon ainda falou sobre os problemas que a África enfrenta atualmente e quer passar a melhor imagem possível do país! O hit de Akon - I'm So Paid, é uma das mais executadas da programação Sete Colinas.

Tina Roma da Jovem Pan, já é mamãe! PARABÉNS!


Papeando com o colunista Calil Neto, notícias confirmadas, dão conta que a apresentadora e locutora Tina Roma, deu a luz semana passada a uma bela menina em São Paulo. Tina fazia o seu programa normalmente na rádio Jovem Pan FM, quando no ar de repente sua bolsa estourou. Correrias a parte, ela foi levada rapidamente ao hospital, aonde se consumou o nascimento de uma menina na qual seu nome não foi divulgado. Tina Roma pode ter sido a primeira locutora a ter o processo de parto ao vivo num estúdio! Eu fiquei sabendo na verdade da notícia, ontem a noite e não tenho maiores confirmações. Mas enfim, de qualquer modo, meus PARABÉNS a uma das maiores profissionais femininas do rádio atual que no ano passado foi escolhida a Melhor Locutora do Brasil, prêmio conquistado pelo DJ SOUND AWARDS 2008, da revista DJ Sound, premiação na qual eu estava presente em São Paulo. Tina se casou recentemente e agora para abrilhantar sua nova vida, vem a oportunidade de ser mãe pela primeira vez. PARABÉNS, pois ela merece. Tudo de bom e divirta-se com a nova fase! Seus comentários podem ser deixados aqui no blog ou no link da PAN: http://jovempanfm.virgula.uol.com.br/musica/especial/index.php?especial=2668


sexta-feira, 3 de abril de 2009

Brasil pode ter trem-bala que ligue Campinas-SP-RJ


O governo federal trabalha com a possibilidade de construção de no mínimo oito estações no trajeto do futuro trem-bala que ligará as cidades de Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. O esboço do empreendimento foi entregue por uma consultoria inglesa à equipe técnica do Ministério dos Transportes nesta quinta, e a perspectiva é que consultas públicas a serem realizadas a partir de abril possam aperfeiçoar o projeto.Incluído no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o Trem de Alta Velocidade (TAV) prevê investimento de US$ 11 bilhões ao longo de um trajeto de 518 km. Na versão preliminar apresentada pela Consultoria, deverá haver estações de passageiros na Estação da Luz, em São Paulo, e no aeroporto internacional de Guarulhos. Outros dois terminais devem ser construídos em Campinas, sendo que um deles provavelmente no aeroporto de Viracopos, e ainda uma estação em São José dos Campos, interior paulista. A proposta de traçado do trem-bala no Rio de Janeiro inclui estações no aeroporto internacional do Galeão, no centro da capital fluminense e em uma cidade no sul do Estado. Resta saber se o projeto vai sair do papel mesmo.

Rádios americanas fazem apologia contra Chris Brown


Com a suposta agressão à namorada Rihanna, 21, a reputação do rapper Chris Brown, 19, só faz piorar. A música, "My Flow So Tight", foi feita por um pequeno grupo de hip hop, chamado Smoke Jumpers. No refrão, a letra diz "Chris Brown tem que tomar um pé na bunda". Um site do grupo disse que o hip hop é a música oficial contra Chris Brown. A música começou a tocar recentemente em emissoras de Chicago, Nova York e Los Angeles. Brown foi acusado de espancar Rihanna no início de fevereiro, na mesma noite em que ambos participariam da premiação do Grammy. Na próxima segunda-feira, ele irá comparecer em uma nova audiência na Justiça. Ih Brown! Você está ferrado meu bom!

Mel B faz strip tease em Las Vegas


A ex-Spice Girl Mel B, fora do grupo, quer agora alavancar a carreira artística fazendo strip-tease. Ela estreou recentemente um show em Las Vegas, junto com Kelly Monaco, que junto com Mel, foi um dos participantes do programa "Dancing With The Stars" (dançando com as estrelas), nos Estados Unidos. Nas fotos, publicadas nesta sexta-feira pelo site do jornal "The Sun", a popstar aparece em cenas para lá de sensuais. Uma das imagens mostra ela vestida apenas com um sutiã e uma calcinha fio dental. A cantora vai fazer o show por três meses nos EUA, mas será que vai ser desse jeito? Eeeee lele!

Professores brasileiros podem entrar de greve dia 24 abril


O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, afirmou nesta sexta-feira, durante reunião com representantes de sindicatos da categoria de todo o País, que os professores devem paralisar as atividades no dia 24 de abril. A categoria cruza os braços por 24 horas para exigir o cumprimento da lei que institui o piso do magistério no valor de R$ 950. A lei foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em julho de 2008 e prevê que o piso nacional seja pago a todos os professores da rede pública para uma carga horária de 40 horas semanais, a partir de 2010. A aplicação da Lei se dará de forma progressiva. O primeiro reajuste seria em janeiro de 2009, entretanto alguns estados não o fizeram por considerar a lei inviável do ponto de vista orçamentário. Em outubro do ano passado, governadores de cinco estados entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei. A Adin questionava a denominação "vencimento básico", em vez de "piso salarial". O vencimento básico não contemplaria as gratificações, que passariam a ser recebido com as horas extras, o que ultrapassaria o orçamento dos estados. O STF definiu, em dezembro, que o piso salarial entraria em vigor em janeiro e que o aumento do tempo de planejamento de aulas para um terço da carga horária de trabalho do professor, previsto em lei, ficaria suspenso até novo julgamento.

Madonna tem pedido de adoção negado


Madonna, que tem três filhos e tentava adotar uma garota de Malauí, teve hoje seu pedido de adoção negado pelo tribunal do país. Caraca! Segundo a corte local, a cantora não tinha os requisitos necessários para a adoção, como, por exemplo, estar casada e morando no país por 18 a 24 meses. Madonna acabou de se mudar para os Estados Unidos e finalizou o processo de separação com Guy Ritchie. Entretanto a história deu o que falar, pois na prática, Madonna tem condições de criar e dar estrutura para umas 20 crianças... Só que os mais radicais acreditam que esse tipo de adoção pode estimular o tráfico de crianças... Mercy James, de 4 anos, vive em um dos melhores orfanatos de Malaui. Não pense que as pessoas influentes não tenham dificuldades para adotar, que tem sim. Agora, vamo ficar na torcida pra que ela consiga em breve novamente.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Verão americano destaca os corpos mais sarados do pedaço


Com a chegada do verão nos Estados Unidos, o site Radar Online pediu a ajuda de um dono de uma conceituada academia de West Hollywood, Fedele De Santis, para formar o top 10 das celebridades com corpos mais sarados. Personal trainer de famosas como as atrizes Jessica Biel e Rosario Dawson, De Santis consagrou o corpo de estrelas aspirantes - como a cantora pop Ashley Tisdale - e de famosas decadentes, como a atriz Tori Spelling e a cantora Melanie Brown. A atriz Carmen Electra, conhecida por suas curvas, também é citada. A atriz de Desperate Housewives Eva Longoria é uma das celebridades que integram a lista. Surpresa no ranking, a cantora Britney Spears também é elogiada por De Santis. Eleita por várias revistas internacionais como a dona da barriga mais invejada de Hollywood, a estrela do reality show The Hills Audrina Patridge é outra famosa na lista do personal trainer. O dono da academia The Gym On Nemo elogia ainda corpos mais definidos, como o da ex-Spice Girl Mel B. Completam a lista dos corpos mais sarados a publicitária Kristin Cavallari, a socialite Kim Kardashian e a atriz Annalynne McCord.

Katy Perry está na capa da revista Atrevida


Katy Perry contou tudo para a revista brasileira 'Atrevida'. Segundo Perry, ela não podia ouvir música pop ou rock'n'roll e muito menos assistir MTV. A cantora ainda brincou que não sabia o que era Madonna. Quando perguntaram sobre uma possível apresentação no Brasil, Katy foi direta e disse que está louca para vir e afirmou que desse ano não passa! “Estou morrendo de vontade de ir para o Brasil! De verdade! Sempre peço ao pessoal que agenda os meus shows para marcar uma apresentação no país. Acho que eu conseguiria relaxar um pouco aí, para variar. Eu ia amar! Tenho certeza que esse ano eu consigo ir”, disse Katy.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Definição do STF sobre diploma de Jornalismo deve sair hoje


O Supremo Tribunal Federal deve julgar ainda hoje a exigência do diploma de jornalista para o exercício da profissão. A análise ocorre em recurso extraordinário interposto pelo Sertesp (Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo) e pelo Ministério Público Federal. Em novembro de 2006, o STF decidiu liminarmente pela garantia do exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão independentemente de registro no Ministério do Trabalho ou de diploma de curso superior na área. A definição deve sair até o final do dia. Outras informações no www.fenaj.org.br

Scheila Carvalho sai na Playboy de novo


Scheila Carvalho, 35 anos, volta a estampar a capa da revista Playboy no mês de abril, oito anos depois de seu último ensaio. A dançarina já foi estrela da revista em 1998, 1999, 2000 e 2001. Em março de 2003, ela participou do primeiro DVD da Playboy, vendido junto com uma edição especial. Na época, ela disse que este seria o seu último trabalho nu. O ensaio de abril, fotografado por J.R. Duran, tem como tema a estrada. Atualmente, Scheila está casada com o cantor Tony Sales. Conheça também o seu site pessoal: www.sheilacarvalho.com.br

31% das mulheres nunca fizeram exames contra o câncer de mama


Uma pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha mostra que 31% das mulheres brasileiras nunca fizeram exames para detectar câncer de mama, sobretudo as que usam o sistema público de saúde. O levantamento, encomendado pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), mostra ainda que 14% das entrevistadas não sabem o que fazer para se prevenir. Mais de 1,8 mil mulheres com idade entre 35 e 65 anos, moradoras de 17 capitais brasileiras, foram ouvidas. Outro alerta levantado pela pesquisa é de que apenas 17% das entrevistadas procuraram algum especialista diante da suspeita de câncer de mama. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) indicam que 48 mil novos casos da doença foram detectados no Brasil apenas em 2008. Tem que haver uma melhor conscientização das mulheres de que é necessário sim, fazer os autos e exames médicos e acompanhar a saúde mamária sempre que possível. Busque informar-se também no www.cancerdemama.com.br